Preta Debochada
Preta debochada, conto meu malote dentro do meu Citroën
Piso numas cobras, mato todos pelas, cê sabe que hoje eu tô bem
Tu tenta me pegar, dispô tem de sobra e munição pra trocar
Não falo de armas, falo das minhas rimas que tu tenta copiar
Preta debochada, conto meu malote dentro do meu Citroën
Piso numas cobras, mato todos pelas, cê sabe que hoje eu tô bem
Tu tenta me pegar, dispô tem de sobra e munição pra trocar
Não falo de armas, falo das minhas rimas que tu tenta copiar
Falaram que o rap não era pra mim
E hoje em dia eu vivo disso
Black, tu nunca vai conseguir
Então toma mais um hit
Faço o difícil parecer tão fácil
O inalcançável, ser atingível
Meu passaporte hoje é carimbado
Antigamente, era impossível
A situ tá preta, então tá mec
Tipo minha pele e a minha raiz
Quanto mais claro, mais irritante
Mais previsível, então sai daqui
Não é que eu me ache, é que eu posso
Por meus ancestrais que hoje eu tô aqui
Surpreendendo com a minha mente
Meus ideias e tudo o que vivi
Dólar, dólar, dólar, dólar
As paty me odeia e não sai da minha cola
Tu chora, chora, chora, chora
Vendo minha vitória e contando as minhas notas
Mas cuida da sua vida que eu faço o meu
Tô chegando no topo e cadê você?
Falando do defeito alheio
Pra tu não cair, acho melhor correr
Preta debochada, conto meu malote dentro do meu Citroën
Piso numas cobras, mato todos pelas, cê sabe que hoje eu tô bem
Tu tenta me pegar, dispô tem de sobra e munição pra trocar
Não falo de armas, falo das minhas rimas que tu tenta copiar
Cês vivem dando chilique e eu só faço dinheiro
Não mandam nem uma rima e eu faço o dia inteiro
Esse é o seu desespero, boto pra dormir cedo
Esse é o seu desespero, boto pra dormir cedo
Mano eu sou debochada, eu rio na sua cara
Fala que vai me parar, mas cê nunca faz nada
Mano eu sou debochada, eu rio na sua cara
Fala que vai me parar, mas cê nunca faz nada
Preta debochada, conto meu malote dentro do meu Citroën
Piso numas cobras, mato todos pelas, cê sabe que hoje eu tô bem
Tu tenta me pegar, dispô tem de sobra e munição pra trocar
Não falo de armas, falo das minhas rimas que tu tenta copiar
Negra Desafiante
Negra desafiante, cuento mi maletín dentro de mi Citroën
Piso en unas serpientes, mato a todos por ellas, sabes que hoy estoy bien
Intentas atraparme, tienes disposición de sobra y munición para intercambiar
No hablo de armas, hablo de mis rimas que intentas copiar
Negra desafiante, cuento mi maletín dentro de mi Citroën
Piso en unas serpientes, mato a todos por ellas, sabes que hoy estoy bien
Intentas atraparme, tienes disposición de sobra y munición para intercambiar
No hablo de armas, hablo de mis rimas que intentas copiar
Dijeron que el rap no era para mí
Y hoy en día vivo de esto
Negra, nunca lo lograrás
Así que toma otro éxito
Hago lo difícil parecer tan fácil
Lo inalcanzable, ser alcanzable
Mi pasaporte hoy está sellado
Antes, era imposible
La situación está difícil, entonces está mec
Como mi piel y mis raíces
Cuanto más claro, más irritante
Más predecible, así que lárgate de aquí
No es que me crea, es que puedo
Por mis ancestros que hoy estoy aquí
Sorprendiendo con mi mente
Mis ideas y todo lo que he vivido
Dólar, dólar, dólar, dólar
Las chicas ricas me odian y no se despegan de mí
Tú lloras, lloras, lloras, lloras
Viendo mi victoria y contando mis billetes
Pero ocúpate de tu vida que yo hago la mía
Estoy llegando a la cima y ¿dónde estás tú?
Hablando de los defectos ajenos
Para que no caigas, es mejor que corras
Negra desafiante, cuento mi maletín dentro de mi Citroën
Piso en unas serpientes, mato a todos por ellas, sabes que hoy estoy bien
Intentas atraparme, tienes disposición de sobra y munición para intercambiar
No hablo de armas, hablo de mis rimas que intentas copiar
Ustedes viven dando berrinches y yo solo hago dinero
No mandan ni una rima y yo lo hago todo el día
Esa es su desesperación, los hago dormir temprano
Esa es su desesperación, los hago dormir temprano
Hermano, soy desafiante, me río en tu cara
Dices que me detendrás, pero nunca haces nada
Hermano, soy desafiante, me río en tu cara
Dices que me detendrás, pero nunca haces nada
Negra desafiante, cuento mi maletín dentro de mi Citroën
Piso en unas serpientes, mato a todos por ellas, sabes que hoy estoy bien
Intentas atraparme, tienes disposición de sobra y munición para intercambiar
No hablo de armas, hablo de mis rimas que intentas copiar