Malandro É Meu Sobrenome
Tem dias que eu acordo e não vejo a cor do céu
Mas eu não desisti de mim nem assim
Embora eu ande só nem lhe veja de véu
Assim prefiro sobra mais tempo a mim
E a vida vai tentar
Pode ate me derrubar
Mas no final quem vai sorrir sou eu
Eu tenho o jeito só, quem me criou foi minha vó
Só a metade, o resto fui somente eu
Já andei muito a pé, já sofri muito por mulher
Tanto que aquele tombo nem doeu
Eu só não morro de fome
Malandro e meu sobrenome
O resto eu dou um jeito para viver
Embora tenha pouca idade, já fiz muita atividade
Seja física ou também mental
Empírico da Silva, essa e minha verdade
Esse e meu nome social
E eu sei que vai falar
Posso ate te escutar
Mas o meu grave sempre vai consumir
Não tenho medo da pobreza
Pois eu vim dessa sentença
Eu nasci já Black Tupi
Malandro Es Mi Apellido
Hay días que me despierto y no veo el color del cielo
Pero no me he rendido, ni así
Aunque ande solo y no te vea de velo
Así prefiero, me queda más tiempo a mí
Y la vida va a intentar
Puede que hasta me derribe
Pero al final quien va a sonreír soy yo
Yo tengo el estilo, quien me crió fue mi abuela
Solo la mitad, el resto fui solo yo
Ya he caminado mucho a pie, ya he sufrido mucho por mujeres
Tanto que esa caída ni dolió
Solo no muero de hambre
Malandro es mi apellido
Lo demás me las ingenio para vivir
Aunque tenga poca edad, ya he hecho muchas cosas
Ya sea físicas o también mentales
Empírico de Silva, esa es mi verdad
Ese es mi nombre social
Y sé que vas a hablar
Puedo hasta escucharte
Pero mi grave siempre va a consumir
No le tengo miedo a la pobreza
Porque vengo de esa sentencia
Nací ya Black Tupi
Escrita por: Luiza Valentim Silva Vicente