Carta Ao Leitor
Caminhando aprisionado aos sonhos parcelados
Mas não há saída, só seu falso modo
Descartar com um piscar de embargos
Culto ao seu sadismo barato
Que nos fere a consciência
Me diz qual é a solução
Me diz qual é a solução
Me diz qual é a solução
Sendo cultivados em pastos verdes envenenados
Caminhando aprisionado aos sonhos parcelados
Mas não há saída, só seu falso modo
Ao gestor de jornalistas que transmitem o medo
Promovendo e repetindo a maldição
Me diz qual é a solução
Me diz qual é a solução
Me diz qual é a solução
Sendo cultivados em pastos verdes envenenados
Em verdes pastos envenenados
Me diz qual é a solução
Me diz qual é a solução
Me diz qual é a solução
Sendo cultivados em pastos verdes envenenados
Em verdes pastos envenenados
Carta al lector
Caminando aprisionado a los sueños parcelados
Pero no hay salida, solo su falso modo
Descartar con un parpadeo de embargos
Culto a su sadismo barato
Que nos hiere la conciencia
Dime cuál es la solución
Dime cuál es la solución
Dime cuál es la solución
Siendo cultivados en pastos verdes envenenados
Caminando aprisionado a los sueños parcelados
Pero no hay salida, solo su falso modo
Al gestor de periodistas que transmiten el miedo
Promoviendo y repitiendo la maldición
Dime cuál es la solución
Dime cuál es la solución
Dime cuál es la solución
Siendo cultivados en pastos verdes envenenados
En verdes pastos envenenados
Dime cuál es la solución
Dime cuál es la solución
Dime cuál es la solución
Siendo cultivados en pastos verdes envenenados
En verdes pastos envenenados