Sombras
Não haverá cinema nem televisão
Encontro todos os poderes espalhados pelo chão
E da janela vejo todos tão iguais
Na destreza de um sorriso permanecem os ideais
Esqueça aquele mundo de partes não iguais
Aquele jogo de interesses já não combina mais
Esqueça as tragédias e as lamentações
Em sussurros tão distantes permanecem as ilusões
Sombras do que fomos
E não adianta negar
Olhe pro seu lado
Enquanto tantos querem e você
Não se incomoda
Esqueça aquele mundo de partes não iguais
Aquele jogo de interesses já não combina mais
Esqueça as tragédias e as lamentações
Em sussurros tão distantes permanecem as ilusões
E da janela vejo todos tão iguais
Na destreza de um sorriso permanecem os ideais
Não haverá cinema nem televisão
Sombras
No habrá cine ni televisión
Encuentro todos los poderes esparcidos por el suelo
Y desde la ventana veo a todos tan iguales
En la destreza de una sonrisa permanecen los ideales
Olvídate de ese mundo de partes desiguales
Ese juego de intereses ya no encaja más
Olvídate de las tragedias y las lamentaciones
En susurros tan distantes permanecen las ilusiones
Sombras de lo que fuimos
Y no sirve de nada negarlo
Mira a tu alrededor
Mientras tantos quieren y tú
No te incomodas
Olvídate de ese mundo de partes desiguales
Ese juego de intereses ya no encaja más
Olvídate de las tragedias y las lamentaciones
En susurros tan distantes permanecen las ilusiones
Y desde la ventana veo a todos tan iguales
En la destreza de una sonrisa permanecen los ideales
No habrá cine ni televisión
Escrita por: Alexandre Dantas / Tinha