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Diana

Boca Livre

Diana

Velha amiga
Eu volto à nossa casa
Já não te encontro alegre
Quase humana

Corpo pintado
De branco e marrom
E uma tristeza no olhar
Como se conhecesse
Dor milenar

Já não te encontro
À espera ao pé da porta
Correndo viva e bela
Ou descansando

Tanto vazio por todo lugar
Tanto silêncio
Sinto ao chegar
Ao nosso território de brincar

Almoço aos domingos
A velha farra
Todos vão inventando
Novos segredos

Fica a ausência
Branca e marron
E a tristeza milenar
Mas os meninos voltaram a brincar
Como se ainda sentissem o seu olhar

Diana, Diana, Diana, Diana, Diana

Velha amiga
Eu volto à nossa casa
Já não te encontro alegre
Quase humana

Corpo pintado
De branco e marrom
E uma tristeza no olhar
Como se conhecesse
Dor milenar

Já não te encontro
À espera ao pé da porta
Correndo viva e bela
Ou descansando

Tanto vazio por todo lugar
Tanto silêncio
Sinto ao chegar
Ao nosso território de brincar

Almoço aos domingos
A velha farra
Todos vão inventando
Novos segredos

Fica a ausência
Branca e marron
E a tristeza milenar
Mas os meninos voltaram a brincar
Como se ainda sentissem o seu olhar

Diana, Diana, Diana, Diana, Diá,
Diana, Diana

Diana, Diana, Diana, Diana, Diá,
Diana, Diana

Diana, Diana, Diana, Diana, Diá,
Diana, Diana

Diana, Diana, Diana, Diana, Diana

Diana

Vieja amiga
Regreso a nuestra casa
Ya no te encuentro alegre
Casi humana

Cuerpo pintado
De blanco y marrón
Y una tristeza en la mirada
Como si conociera
Dolor milenario

Ya no te encuentro
Esperando junto a la puerta
Corriendo viva y hermosa
O descansando

Tanta vacío en todas partes
Tanto silencio
Siento al llegar
A nuestro territorio de jugar

Almuerzos los domingos
La vieja fiesta
Todos inventando
Nuevos secretos

Permanece la ausencia
Blanca y marrón
Y la tristeza milenaria
Pero los niños volvieron a jugar
Como si aún sintieran tu mirada

Diana, Diana, Diana, Diana, Diana

Vieja amiga
Regreso a nuestra casa
Ya no te encuentro alegre
Casi humana

Cuerpo pintado
De blanco y marrón
Y una tristeza en la mirada
Como si conociera
Dolor milenario

Ya no te encuentro
Esperando junto a la puerta
Corriendo viva y hermosa
O descansando

Tanta vacío en todas partes
Tanto silencio
Siento al llegar
A nuestro territorio de jugar

Almuerzos los domingos
La vieja fiesta
Todos inventando
Nuevos secretos

Permanece la ausencia
Blanca y marrón
Y la tristeza milenaria
Pero los niños volvieron a jugar
Como si aún sintieran tu mirada

Diana, Diana, Diana, Diana, Diá,
Diana, Diana

Diana, Diana, Diana, Diana, Diá,
Diana, Diana

Diana, Diana, Diana, Diana, Diá,
Diana, Diana

Diana, Diana, Diana, Diana, Diana

Escrita por: Fernando Brant / Toninho Horta