Coxinho
Companheiro, coxinho foi morar no céu
Deixou um brilho no chapéu dos cantador da baixada
Companheiro, coxinho foi morar no céu
Deixou um brilho no chapéu dos cantador da baixada
Eu fiquei com pena dele, por não poder fazer nada
Mas quando chegar mês de junho, eu vou lembrar da boiada
Eu fiquei com pena dele, por não poder fazer nada
Mas quando chegar mês de junho, eu vou lembrar da boiada
Companheiro, coxinho foi morar no céu
Deixou um brilho no chapéu dos cantador da baixada
Companheiro, coxinho foi morar no céu
Deixou um brilho no chapéu dos cantador da baixada
Eu fiquei com pena dele, por não poder fazer nada
Mas quando chegar mês de junho, eu vou lembrar da boiada
Eu fiquei com pena dele, por não poder fazer nada
Mas quando chegar mês de junho, eu vou lembrar da boiada
Urrou, urrou
Urrou, urrou
Meu novilho brasileiro, que a natureza criou
Coxinho
Compañero, coxinho se fue a vivir al cielo
Dejó un brillo en el sombrero de los cantadores de la bajada
Compañero, coxinho se fue a vivir al cielo
Dejó un brillo en el sombrero de los cantadores de la bajada
Me dio pena por él, no pude hacer nada
Pero cuando llegue junio, recordaré la boiada
Me dio pena por él, no pude hacer nada
Pero cuando llegue junio, recordaré la boiada
Compañero, coxinho se fue a vivir al cielo
Dejó un brillo en el sombrero de los cantadores de la bajada
Compañero, coxinho se fue a vivir al cielo
Dejó un brillo en el sombrero de los cantadores de la bajada
Me dio pena por él, no pude hacer nada
Pero cuando llegue junio, recordaré la boiada
Me dio pena por él, no pude hacer nada
Pero cuando llegue junio, recordaré la boiada
Mugió, mugió
Mugió, mugió
Mi novillo brasileño, que la naturaleza creó