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Silencio Profundo

Boko Moko

Silêncio Profundo

Cérebro acelerado
Dedos alongados
Membros atrofiados

Aparelhos ligados
Olhos esbugalhados
O que vai ser de mim

Já não ouço o barulho das criancas
Já não ouço a conversa entre os jovens
Já não ouço o barulho das crianças
Nem os anciãos eu já escuto

Face a face
Silêncio profundo
É o começo ou o fim do mundo

Coração marcado
Peito sufocado
Rosto desfigurado

Joelho inchado
Pescoço travado
O que vai ser de mim

Já não ouço o barulho das criancas
Já não ouço a conversa entre os jovens
Já não ouço o barulho das crianças
Nem os anciãos eu já escuto

Face a face
Silêncio profundo
É o começo ou o fim do mundo

Ao corpo nossas carícias
Ao corpo nossas carências
Ao corpo nossas delícias
E ao corpo nossas doenças

Face a face
Silêncio profundo
É o começo ou o fim do mundo

Silencio Profundo

Cerebro acelerado
Dedos alargados
Miembros atrofiados

Aparatos conectados
Ojos desorbitados
¿Qué será de mí?

Ya no escucho el ruido de los niños
Ya no escucho la conversación entre los jóvenes
Ya no escucho el ruido de los niños
Ni a los ancianos ya escucho

Cara a cara
Silencio profundo
¿Es el principio o el fin del mundo?

Corazón marcado
Pecho sofocado
Rostro desfigurado

Rodilla hinchada
Cuello trabado
¿Qué será de mí?

Ya no escucho el ruido de los niños
Ya no escucho la conversación entre los jóvenes
Ya no escucho el ruido de los niños
Ni a los ancianos ya escucho

Cara a cara
Silencio profundo
¿Es el principio o el fin del mundo?

Al cuerpo nuestras caricias
Al cuerpo nuestras carencias
Al cuerpo nuestras delicias
Y al cuerpo nuestras enfermedades

Cara a cara
Silencio profundo
¿Es el principio o el fin del mundo

Escrita por: Breno Veloso / Fernando Kakau / Oscar Godinho