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A Desconocida

Bonde do Arrocha

A Desconhecida

Numa tarde tão linda de Sol
Ela me apareceu
Com um sorriso tão triste
Um olhar tão profundo, já sofreu

Suas mãos tão pequenas e frias
Sua voz tropeçava também
Me falava da infância de lágrimas
Nunca teve ninguém

Nunca teve amor
Não sentiu calor de alguém
Nem sequer ouviu as palavras carinho
Em seu ninho não existiu

Sinceramente eu chorei de tristeza
Ao ouvir
Tanta coisa que a vida oferece
Que a gente padece
Sem querer

Depois de tudo que ouvi
Não consigo esquecer
Ela me disse adeus e se foi
Nem seu nome eu sei dizer

De onde ela veio, pra onde ela vai?
De onde ela veio, pra onde ela vai?
Não sei dizer
Não sei dizer

Numa tarde tão linda de Sol
Ela me apareceu
Com um sorriso tão triste
Um olhar tão profundo, já sofreu

Suas mãos tão pequenas e frias
Sua voz tropeçava também
Me falava da infância de lágrimas
Nunca teve ninguém

Nunca teve amor
Não sentiu calor de alguém
Nem sequer ouviu as palavras carinho
Em seu ninho não existiu

Sinceramente eu chorei de tristeza
Ao ouvir
Tanta coisa que a vida oferece
Que a gente padece
Sem querer

Depois de tudo que ouvi
Não consigo esquecer
Ela me disse adeus e se foi
Nem seu nome eu sei dizer

De onde ela veio, pra onde ela vai?
De onde ela veio, pra onde ela vai?
Não sei dizer
Não sei dizer
Não sei dizer

A Desconocida

En una tarde tan linda de sol
Ella se me apareció
Con una sonrisa tan triste
Una mirada tan profunda, ya sufrió

Sus manos tan pequeñas y frías
Su voz también se tropezaba
Me hablaba de la infancia de lágrimas
Nunca tuvo a nadie

Nunca tuvo amor
No sintió el calor de alguien
Ni siquiera escuchó las palabras cariño
En su nido no existió

Sinceramente lloré de tristeza
Al escuchar
Tantas cosas que la vida ofrece
Que uno padece
Sin querer

Después de todo lo que escuché
No puedo olvidar
Ella me dijo adiós y se fue
Ni su nombre sé decir

¿De dónde vino, a dónde va?
¿De dónde vino, a dónde va?
No sé decir
No sé decir

En una tarde tan linda de sol
Ella se me apareció
Con una sonrisa tan triste
Una mirada tan profunda, ya sufrió

Sus manos tan pequeñas y frías
Su voz también se tropezaba
Me hablaba de la infancia de lágrimas
Nunca tuvo a nadie

Nunca tuvo amor
No sintió el calor de alguien
Ni siquiera escuchó las palabras cariño
En su nido no existió

Sinceramente lloré de tristeza
Al escuchar
Tantas cosas que la vida ofrece
Que uno padece
Sin querer

Después de todo lo que escuché
No puedo olvidar
Ella me dijo adiós y se fue
Ni su nombre sé decir

¿De dónde vino, a dónde va?
¿De dónde vino, a dónde va?
No sé decir
No sé decir
No sé decir

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