No meu poço
Estalactites , estalagmites
Mandíbulas pra me destroçar
Às vezes parece que os órgãos do meu corpo
Vão se descolar
Meu orgulho de mãos dadas com a vaidade
Não consegue ver
Que enquanto peregrina por mim só me faz sofrer mais
Eu já discuti mil vezes com a mente
Eu já destrocei o meu inconsciente
Eu não dou o braço a torcer
Joga a corda, me tira do poço
Sozinha eu nunca vou sair
Por favor me faça isso
Sem eu ter que pedir
En mi pozo
Estalactitas, estalagmitas
Mandíbulas para destrozarme
A veces parece que los órganos de mi cuerpo
Se van a desprender
Mi orgullo de la mano con la vanidad
No puede ver
Que mientras deambula por mí, solo me hace sufrir más
He discutido mil veces con la mente
He destrozado mi inconsciente
No doy mi brazo a torcer
Tira la cuerda, sácame del pozo
Nunca saldré sola
Por favor, hazlo
Sin que tenga que pedirlo
Escrita por: Juliana Vizo