395px

¿Qué es el rostro de Dios?

BRAZA

Qual é o Rosto de Deus?

A trama do tempo, a carne viva e a ferida
Não sei se a vida é justa, mas tá aí pra ser vivida
Ninguém sabe a verdade, mas nunca será tarde
Enquanto um problema for uma oportunidade

Vento sudoeste que acinzenta a paisagem
Traz a frente fria e à chuva dá passagem
Sei bem porque vieste, há muito eu já sabia
Nem tudo é céu azul e há também melancolia

Cada um é o que sobrou de ontem, o que juntou de tudo
Diretor, protagonista e roteirista do seu mundo
Vítima ou culpado, castigo ou recompensa
Esteja em nós o nosso reino, perdoai-nos tanta ofensa

Como se você já tivesse perdido tudo
Mesmo se no fundo nunca houvesse tido nada
Despido do escudo e de uma tonelada
Um sentimento agudo, ferida cicatrizada

Tudo sempre certo, quase nada resolvido
Com rima ou sem rima, pra encontrar o seu motivo
Lutar por uma causa, amar, criar um filho
Compreender o ego ou buscar o próprio brilho

Cada um é o que sobrou de ontem, o que juntou de tudo
Diretor, protagonista e roteirista do seu mundo
Vítima ou culpado, castigo ou recompensa
Esteja em nós o nosso reino, perdoai-nos tanta ofensa

Ô, Luz!
É um milagre, é um teste, um sonho, uma cruz
Diz pra mim qual é o rosto de Deus
Talvez seja o seu, talvez seja o meu
Ou nada, ou tudo, ou luz!
É um milagre, é um teste, um sonho, uma cruz
Diz pra mim qual é o rosto de Deus
Talvez seja o seu, talvez seja o meu!

Viver com a urgência de que houvesse uma só vida
E a paciência leve de que a vida é infinita
Ninguém sabe a verdade, mas nunca será tarde
Enquanto um problema for uma oportunidade

Quero poesia que preencha o meu peito
Pra me provocar, pra entender o meu defeito
Uma poesia pra fortalecer a meta
Aquilo que te faça acelerar a bicicleta

Cada um é o que sobrou de ontem, o que juntou de tudo
Diretor, protagonista e roteirista do seu mundo
Vítima ou culpado, castigo ou recompensa
Esteja em nós o nosso reino, perdoai-nos tanta ofensa

Ô, Luz!
É um milagre, é um teste, um sonho, uma cruz
Diz pra mim qual é o rosto de Deus
Talvez seja o seu, talvez seja o meu
Ô, Nada! Ô, Tudo! Ô, Luz!
É um milagre, é um teste, um sonho, uma cruz
Diz pra mim qual é o rosto de Deus
Talvez seja o seu, talvez seja o meu!

¿Qué es el rostro de Dios?

La trama del tiempo, la carne viva y la herida
No sé si la vida es justa, pero está ahí para ser vivida
Nadie sabe la verdad, pero nunca será demasiado tarde
Mientras un problema sea una oportunidad

Viento del suroeste que gris el paisaje
Trae el frente frío y la lluvia deja paso
Sé por qué viniste, lo supe desde hace mucho tiempo
No todo es cielo azul y también hay melancolía

Cada uno es lo que queda de ayer, lo que has recogido de todo
Director, protagonista y guionista de tu mundo
Víctima o culpable, castigo o recompensa
Nuestro reino esté en nosotros, perdónanos tanta ofensa

Como si ya lo hubieras perdido todo
Aunque en el fondo nunca haya tenido nada
Desnudo del escudo y una tonelada
Una sensación aguda, herida curada

Todo siempre bien, casi nada resuelto
Rima o no rima, para encontrar tu motivo
Lucha por una causa, amor, criar a un niño
Comprender el ego o buscar el resplandor mismo

Cada uno es lo que queda de ayer, lo que has recogido de todo
Director, protagonista y guionista de tu mundo
Víctima o culpable, castigo o recompensa
Nuestro reino esté en nosotros, perdónanos tanta ofensa

¡Oye, Luz!
Es un milagro, es una prueba, un sueño, una cruz
Dime cuál es el rostro de Dios
Tal vez sea tuyo, tal vez sea mío
O nada, o todo, o la luz!
Es un milagro, es una prueba, un sueño, una cruz
Dime cuál es el rostro de Dios
¡Tal vez sea tuyo, tal vez sea mío!

Vivir con la urgencia de que haya una vida
Y la luz de la paciencia de que la vida es infinita
Nadie sabe la verdad, pero nunca será demasiado tarde
Mientras un problema sea una oportunidad

Quiero poesía que me llena el pecho
Para provocarme, para comprender mi defecto
Una poesía para fortalecer el objetivo
Lo que te hace acelerar tu bicicleta

Cada uno es lo que queda de ayer, lo que has recogido de todo
Director, protagonista y guionista de tu mundo
Víctima o culpable, castigo o recompensa
Nuestro reino esté en nosotros, perdónanos tanta ofensa

¡Oye, Luz!
Es un milagro, es una prueba, un sueño, una cruz
Dime cuál es el rostro de Dios
Tal vez sea tuyo, tal vez sea mío
¡Oh, nada! ¡Oh, todo! ¡Oye, Luz!
Es un milagro, es una prueba, un sueño, una cruz
Dime cuál es el rostro de Dios
¡Tal vez sea tuyo, tal vez sea mío!

Escrita por: Danilo Cutrim, Vitor Isensee, Pedro Lobo, Nicolas Christ