Outono, Vermelho
Quando me vê, me abraça
E não me solte
Me deixa em sua vida
É tão frio lá fora
Eu nunca tive medo dos muros
Mas tudo o que se encontra após eles, me assusta
O que vê é só marra
Eu sei o que me barra
Solidão ou liberdade, o que te afaga?
Nem sempre sei aonde vai dar pé nessas águas
Não cito relações rasas
Não diga que não importa
Se eu bato em sua porta
Amor, eu preciso te visitar
Desculpa pelas horas
Por aqui é sempre 19 horas
Amor, eu preciso te visitar
E eu te trouxe flores
Você conhece minha letra
Por isso nunca tem um remetente
Dicionários não definem tudo que a gente sente
Não gosto de falar de ti, por mais que a mente tente
Não dá pra controlar se o coração escolhe pra gente, é
Eu sei que faço tudo errado
Mas sempre faço o que eu posso
Desculpa se não sou tão bom nisso
Prometo e nunca melhoro
Eu quis ser teu par, no baile da vida
Não cheguei a tempo, não posso ser ímpar
Desculpa o atraso, juro que eu não sabia
Que aquele abraço, era uma despedida
E eu te trouxe flores
Otoño, Rojo
Cuando me ves, me abrazas
Y no me sueltes
Déjame en tu vida
Afuera hace tanto frío
Nunca tuve miedo de los muros
Pero todo lo que hay después de ellos me asusta
Lo que ves es solo fachada
Sé lo que me detiene
¿Soledad o libertad, qué te reconforta?
No siempre sé dónde voy a parar en estas aguas
No hablo de relaciones superficiales
No digas que no importa
Si golpeo a tu puerta
Amor, necesito visitarte
Disculpa por las horas
Aquí siempre son las 19 horas
Amor, necesito visitarte
Y te traje flores
Conoces mi letra
Por eso nunca hay un remitente
Los diccionarios no definen todo lo que sentimos
No me gusta hablar de ti, aunque mi mente lo intente
No se puede controlar si el corazón elige por nosotros, es
Sé que hago todo mal
Pero siempre hago lo que puedo
Disculpa si no soy tan bueno en esto
Prometo y nunca mejoro
Quise ser tu pareja en el baile de la vida
No llegué a tiempo, no puedo ser impar
Disculpa la demora, juro que no sabía
Que ese abrazo era una despedida
Y te traje flores