395px

La Quema del Ajo

Brenno Reis & Marco Viola

Queima do Alho

Tão querendo derrubar a minha fama na praça
Tão querendo me queimar, mas só ficam na fumaça
Tão querendo o meu couro pra cozinhar com cachaça
Sou um caboclo perigoso, o meu couro é venenoso
E é grudado na carcaça.

Tão querendo me ensinar a tocar minha viola
Dizem que são professor, e a carreira não decola
Minha viola é a jato e a jato não atola
Com poucos de estrada, já é marca registrada
Brenno Reis e Marco Viola.

Minha fama começou na capital do estado
Já cantei lá em Barretos no rodeio afamado
Eu já surrei com dez cordas, violeiro despeitado
Amigo Milton Colengui, hoje aqui a terra treme
Cheguei na queima do alho.

Cheguei na queima do alho o povo estava me esperando
As menininhas dizendo
Toca o Piracicabano
O povo batendo palma, vendo meus dedos ponteando
Ao clube os independentes,
Vai esse pagode quente
Dos violeiros Cuiabanos.

La Quema del Ajo

Quieren arruinar mi reputación en la plaza
Quieren quemarme, pero solo se quedan en el humo
Quieren mi pellejo para cocinarlo con cachaça
Soy un peligroso campesino, mi piel es venenosa
Y está pegada a mi carcasa.

Quieren enseñarme a tocar mi guitarra
Dicen ser profesores, pero su carrera no despega
Mi guitarra es a chorro y a chorro no se atasca
Con pocos kilómetros, ya es marca registrada
Brenno Reis y Marco Viola.

Mi reputación comenzó en la capital del estado
Ya canté en Barretos en el famoso rodeo
He vencido con diez cuerdas, desafiando a los guitarristas
Amigo Milton Colengui, hoy la tierra tiembla aquí
Llegué a la quema del ajo.

Llegué a la quema del ajo, la gente me estaba esperando
Las chicas diciendo
Toca el Piracicabano
La gente aplaudiendo, viendo mis dedos puntear
En el club los Independientes,
Va este pagode caliente
De los guitarristas Cuiabanos.

Escrita por: BRENNO REIS / MARCO VIOLA