À Toa
No rio da tua vida eu passeio de canoa
Na chuva dos teus olhos danço na garoa
Em tuas árvores eu sou o fruto que não cai
A prova viva que o oposto te atrai
Nas águas do teu jeito eu me afogo
Nos espinhos das tuas rosas eu me jogo
E nos braços do teu amor eu fico à toa
E nos braços do teu amor eu fico à toa
Nos versos da tua alma eu sou poeta
No fogo do escuro eu sou a vela
No teu céu eu sou a nuvem que não chove
O lençol da cama que te envolve
Nos brinquedos do teu parque eu sou garoto
Nas curvas do teu corpo eu sou piloto
E nos braços do teu amor eu fico à toa
E nos braços do teu amor eu fico à toa
À toa, à toa
A lo tonto
En el río de tu vida navego en canoa
Bailo bajo la lluvia de tus ojos
En tus árboles soy la fruta que no cae
La prueba viva de que los opuestos se atraen
En las aguas de tu manera me ahogo
En las espinas de tus rosas me lanzo
Y en los brazos de tu amor me quedo a lo tonto
Y en los brazos de tu amor me quedo a lo tonto
En los versos de tu alma soy poeta
En el fuego de la oscuridad soy la vela
En tu cielo soy la nube que no llueve
La sábana de la cama que te envuelve
En los juegos de tu parque soy niño
En las curvas de tu cuerpo soy piloto
Y en los brazos de tu amor me quedo a lo tonto
Y en los brazos de tu amor me quedo a lo tonto
A lo tonto, a lo tonto
Escrita por: Bruno Aranha