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Arena

Bruno Belfort

Areia

Enterrei na areia o seu amor,
mas a maré não deixou
Essa areia frágil não me traz
nenhuma segurança

Vivo sem paz,
tentando ocultar o óbvio demais
Mas ele não deixa,não deixa...
Mas ele não deixa,não deixa...

Enterrei na areia o seu amor,
mas a maré não deixou
Essa areia ingrata não me traz
nenhuma segurança

Vivo sem paz,
tentando ocultar o óbvio demais
Mas ele não deixa,não deixa...
Mas ele não deixa,não deixa...

Areia de praia,areia de pedreiro
Areia de gato,areia de cinzeiro
Areia comum,sem dono algum
Areia de indigente

Arena

Enterré tu amor en la arena,
pero la marea no lo permitió.
Esta arena frágil no me brinda
ninguna seguridad.

Vivo sin paz,
tratando de ocultar lo demasiado obvio.
Pero él no lo permite, no lo permite...
Pero él no lo permite, no lo permite...

Enterré tu amor en la arena,
pero la marea no lo permitió.
Esta arena ingrata no me brinda
ninguna seguridad.

Vivo sin paz,
tratando de ocultar lo demasiado obvio.
Pero él no lo permite, no lo permite...
Pero él no lo permite, no lo permite...

Arena de playa, arena de albañil
Arena de gato, arena de cenicero
Arena común, sin dueño alguno
Arena de indigente

Escrita por: Bruno Belfort