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Tainá

Bruno Desote

Tainá

Estava super nervoso em meu primeiro encontro
Me chamava de gostoso, agora ela já tá com outro
Eu amava muito ela, mas agora acabou
Eu cheguei pra ela e disse: Quem cê pensa que eu sou?

Tainá vagabunda, com um outro você partiu
Sem nenhum motivo, sua vadia, cê me traiu
Você me enganou e com um corno me confundiu
Estou revoltado, vai pra fora do Brasil

E agora eu vou contar como é que tudo aconteceu
Era quatro da matina, a gente ia se encontrar
Eu já tava muito louco e só pensava na Tainá
Quando você menos espera a coisa tende a piorar

Tainá vagabunda, com um outro você partiu
Sem nenhum motivo, sua vadia, cê me traiu
Você me enganou e com um corno me confundiu
Estou revoltado, vai pra fora do Brasil

Quando cheguei no local que a gente tinha combinado
Ela tava se entregando pra um menor abandonado
Veja se isso não é motivo pra se ficar revoltado
Ver sua mina dando bola para um pobre coitado

Pobre coitado, pobre coitado

Tainá vagabunda, com um outro você partiu
Sumiu, fugiu, escapuliu
Sem nenhum motivo, sua vadia, cê me traiu
Você me enganou e com um corno me confundiu
Como eu pude ser tão imbecil?
Estou revoltado, vai pra fora do Brasil

Tainá

Estaba súper nervioso en mi primera cita
Me llamaba lindo, ahora ya está con otro
La amaba mucho, pero ya se acabó
Llegué y le dije: ¿Quién te crees que soy?

Tainá, la vagabunda, con otro te fuiste
Sin ningún motivo, tu perra, me traicionaste
Me engañaste y con un cornudo me confundiste
Estoy enojado, vete fuera de Brasil

Y ahora voy a contar cómo fue que todo pasó
Eran las cuatro de la mañana, nos íbamos a encontrar
Ya estaba muy borracho y solo pensaba en Tainá
Cuando menos lo esperas, las cosas tienden a empeorar

Tainá, la vagabunda, con otro te fuiste
Sin ningún motivo, tu perra, me traicionaste
Me engañaste y con un cornudo me confundiste
Estoy enojado, vete fuera de Brasil

Cuando llegué al lugar que habíamos acordado
Ella se estaba entregando a un menor abandonado
Mira si eso no es motivo para estar enojado
Ver a tu chica coqueteando con un pobre desgraciado

Pobre desgraciado, pobre desgraciado

Tainá, la vagabunda, con otro te fuiste
Desapareciste, te esfumaste, te escapaste
Sin ningún motivo, tu perra, me traicionaste
Me engañaste y con un cornudo me confundiste
¿Cómo pude ser tan imbécil?
Estoy enojado, vete fuera de Brasil

Escrita por: Bruno Desote