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En la oscuridad del callejón

Bruno Paiva

Escurinho do Beco

Nossa, ao som do paredão se transforma
A noite toda a novinha joga
Fiquei sabendo quando bate o gin
Dá um trabalhinho

Ela perde a linha, fica malvadinha
Não quer saber de nada
Só da sacanagenzinha

Ela perde a linha, fica malvadinha
Não quer saber de nada
Só da sacanagenzinha

Quando começou tocar o grave do paredão, veio na minha direção

Me levou, pro escurinho do beco
Agachou e fez coisinhas daquele jeito
Me levou, me puxou pro escurinho do beco
Agachou e fez coisinhas daquele jeito

Ela me disse não para e soca com pressão

Não para não, não não
Não para não, não, não
Vem sarrando e vem jogando
Atrás do paredão

Não para não, não, não
Não para não, não não
Só na sacanagenzinha atrás do paredão

En la oscuridad del callejón

Nuestra, al son del equipo de sonido se transforma
Toda la noche la chiquilla juega
Me enteré cuando golpea el gin
Da un trabajito

Ella pierde el control, se pone traviesa
No quiere saber de nada
Solo de cositas traviesas

Ella pierde el control, se pone traviesa
No quiere saber de nada
Solo de cositas traviesas

Cuando empezó a sonar el grave del equipo de sonido, vino hacia mí

Me llevó, a la oscuridad del callejón
Se agachó y hizo cositas de esa manera
Me llevó, me jaló a la oscuridad del callejón
Se agachó y hizo cositas de esa manera

Ella me dijo que no pare y empuja con fuerza

No pares, no, no
No pares, no, no
Viene frotando y viene jugando
Detrás del equipo de sonido

No pares, no, no
No pares, no, no
Solo en cositas traviesas detrás del equipo de sonido

Escrita por: Bruno Paiva / Caio Paiva