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Maestro Que Nació Peón, Morirá Peón (part. Marco Brasil)

Bruno Reis e Thiago

Master Quem Nasceu Peão, Vai Morrer Peão (part. Marco Brasil)

Ela me fez de chorar vendeu a minha cela
Cortou a minha bota jogou fora a fivela
Também desfez do meu cavalo, trocou por miséria
Um gato dois cachorro três prato e uma tigela

Desanimei, meu casamento foi um fiasco
Não demorei pra pedir o divórcio
Minha mulher quase teve um troço

Quem nasceu peão vai morrer peão
Quem nasceu no mato não é domesticado
Eu tô voltando pra vida de antes
Com meu cavalo e na mão um berrante

Quem nasceu peão vai morrer peão
Quem nasceu no mato não é domesticado
Pode ficar com tudo que eu tenho
Levo minhas pinga minha vida de volta
E a liberdade de prêmio

Maestro Que Nació Peón, Morirá Peón (part. Marco Brasil)

Ella me hizo llorar, vendió mi celda
Cortó mis botas, tiró la hebilla
También deshizo de mi caballo, lo cambió por miseria
Un gato, dos perros, tres platos y un tazón

Me desanimé, mi matrimonio fue un fracaso
No tardé en pedir el divorcio
Mi mujer casi se desmayó

Quien nació peón morirá peón
Quien nació en el monte no se domestica
Estoy volviendo a la vida de antes
Con mi caballo y en la mano un cuerno

Quien nació peón morirá peón
Quien nació en el monte no se domestica
Puede quedarse con todo lo que tengo
Me llevo mis tragos, mi vida de vuelta
Y la libertad como premio

Escrita por: Bruno Reis / Thiago Crepaldi