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Rock, Rock, Rock

Bruno Ruytek

Rock, Rock, Rock

BLUES DA MORTE


Garota pegue em minha mão
E se jogue comigo
Pelos caminhos da história
De mais um ser instinto
Para ralar fielmente
E obter cova rasa
Atrofiado em seu medo
Fazendo da vida uma piada

REFRÃO

Garota pegue em minha mão
E transcenda o infinito
Sempre anêmico a dor
Uma cópula do destino
Mesmo que dure para sempre
Mesmo a alma que vaga
Tudo escrito em um texto
No scripte da farsa

REFRÃO

Garota pegue em minha mão
No escuro do abrigo
Sobre o manto da alteza
Estou cansado e tão vivo
Solidão me aqueça
Neste frio silêncio
Meu corpo inchado de tédio
Buscando a saída do inferno


Chapando um álcool de onda e choque eu vou cantando o blues da morte
Chapando um álcool de onda e choque eu vou cantando o blues da morte
Chapando um álcool de onda e choque eu vou cantando o blues da morte
Chapando um álcool de onda e choque eu vou cantando o blues da morte

Rock, Rock, Rock

BLUES DE LA MUERTE

Nena, toma mi mano
Y únete a mí
Por los caminos de la historia
De otro ser instintivo
Para sufrir fielmente
Y obtener una tumba poco profunda
Atrofiado por su miedo
Haciendo de la vida una broma

CORO

Nena, toma mi mano
Y trasciende el infinito
Siempre anémico al dolor
Una unión del destino
Aunque dure para siempre
Incluso el alma que vaga
Todo escrito en un texto
En el guion de la farsa

CORO

Nena, toma mi mano
En la oscuridad del refugio
Bajo el manto de la nobleza
Estoy cansado y tan vivo
Que la soledad me abrigue
En este frío silencio
Mi cuerpo hinchado de aburrimiento
Buscando la salida del infierno

Tomando un trago de alcohol y choque, canto el blues de la muerte
Tomando un trago de alcohol y choque, canto el blues de la muerte
Tomando un trago de alcohol y choque, canto el blues de la muerte
Tomando un trago de alcohol y choque, canto el blues de la muerte

Escrita por: Bruno Ruytek