Sarcoma
Bem sei que não és de Deus, tu és dos homens
Consequência maldita, de atitudes inconsequentes
Dos químicos, sintéticos, solventes
Me traz uma dor profunda, no qual nada pode preencher tal lacuna
Sucumbe qualquer possibilidade de resistir, de suportar, de não deitar
Eclode e enraíza sem alarde
Vai se apostando, pouco a pouco devastando
Elimina a cura sem nenhuma culpa
Quando o socorro chega, já é tarde
És doença do fim dos tempos, do fim dos templos, do fim de nossas vidas
Sarcoma
Bien sé que no eres de Dios, eres de los hombres
Consecuencia maldita, de actos inconscientes
De químicos, sintéticos, disolventes
Me traes un dolor profundo, que nada puede llenar ese vacío
Cualquier posibilidad de resistir, de aguantar, de no caer
Eclode y se enraíza sin aviso
Se va apoderando, poco a poco devastando
Elimina la cura sin ningún remordimiento
Cuando llega la ayuda, ya es tarde
Eres enfermedad del fin de los tiempos, del fin de los templos, del fin de nuestras vidas
Escrita por: Alexander Robert, Caborja