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Día de Pago

Café Coado

Dia de Pagamento

Não venha me dizer
Que até agora trabalhou
Pois eu não acredito
Esse papo me cansou

Por que só sexta-feira
Que você demora assim?
Será que você está
Saindo à toa por aí?

Você não acredita
Mas eu vou lhe dizer
Dia de pagamento
É um tormento
Cedo não posso sair

Você tem que acreditar em mim
Eu não vou lhe enganar
Fico contando nos dedos, as horas
De voltar pra lhe amar

Pois cadê o seu batom?

Fui lanchar e saiu

E o perfume que usou?

Com o tempo sumiu

E essa roupa amassada, suada?
O que será que ela viu?

Día de Pago

No vengas a decirme
Que hasta ahora has trabajado
Porque no lo creo
Este cuento me tiene harto

¿Por qué solo los viernes
Tardas tanto?
¿Será que estás
Saliendo a pasear por ahí?

No lo crees
Pero te lo diré
Día de pago
Es un tormento
Temprano no puedo salir

Tienes que creer en mí
No te voy a engañar
Cuento los minutos en los dedos
Para volver a amarte

¿Dónde está tu lápiz labial?
Fui a merendar y se fue
¿Y el perfume que usaste?
Con el tiempo desapareció
¿Y esta ropa arrugada, sudada?
¿Qué habrá visto ella?

Escrita por: Natinho de Ginga