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Transtorno

Caio Volpe

Transtorno

E assim se foi
Se iniciou uma nova era
Não tenho tempo pra derrota
Não estou mais naquela espera
A cada passo uma mudança
A uma mudança surgem idéias
As idéias eu escrevo
Escrevo minha epopéia
Minha epopéia

E a madrugada se foi
Junto com a luz do luar
Quero a luz que vem me guiar
E ser quem sempre já senti ser

Pensei ser
Alguém, algum, um indigente
Com o passado arranhado e um futuro reluzente
Nada disso, sou submisso
O que me foi dado é um dom
Exerço o meu compromisso
Compromisso de ser mais

Única vida
Doente, ladrão, homicida
De tudo um pouco
De tudo um pouco, mas além do que a própria lei duvida
Lei da vida exaustiva
Vida exaustiva

E a madrugada se foi
Junto com a luz do luar
Quero a luz que vem me guiar
E ser quem sempre já senti ser

Quando andava pela rua
Me diziam a tarde é sua
E a noite chegava
E a madrugada se foi

Transtorno

Y así se fue
Comenzó una nueva era
No tengo tiempo para la derrota
Ya no estoy en esa espera
Cada paso trae un cambio
Con cada cambio surgen ideas
Las ideas las escribo
Escribo mi epopeya
Mi epopeya

Y la madrugada se fue
Junto con la luz de la luna
Quiero la luz que me guíe
Y ser quien siempre he sentido ser

Pensé ser
Alguien, algún, un indigente
Con el pasado rayado y un futuro reluciente
Nada de eso, soy sumiso
Lo que se me ha dado es un don
Ejerzo mi compromiso
Compromiso de ser más

Única vida
Enfermo, ladrón, homicida
Un poco de todo
Un poco de todo, pero más allá de lo que la propia ley duda
Ley de la vida exhaustiva
Vida exhaustiva

Y la madrugada se fue
Junto con la luz de la luna
Quiero la luz que me guíe
Y ser quien siempre he sentido ser

Cuando caminaba por la calle
Me decían que la tarde era mía
Y llegaba la noche
Y la madrugada se fue

Escrita por: Caio Volpe