Caos
Nunca existiu neblina nos meus olhos
Insanidade é nosso purgatório
Peço perdão, pois eu pequei
Eu acho que me entreguei
Ao rei do mal
Virei rainha do meu próprio caos
A linha é tênue entre o amor e ódio
Posso sangrar pra mostrar que me
Importo
Mas não se engane ao duvidar
Que eu também posso te fazer
Sangrar
Somos espelho
Peça perdão, você pecou primeiro
Envenenados até a raiz
Qual de nós dois enfim vai sucumbir?
Somos uma tragédia anunciada
Vender minha alma ainda parece
Nada
Peço perdão pois prefiro esse caos
A um amor mortal
Eu sinto vespas, e não borboletas
Você incendeia as minhas defesas
Assistindo o fogo se alastrar
Eu sou inflamável, me veja queimar
Somos espelho
Posso queimar, mas te queimo
Primeiro
Envenenados até a raiz
Qual de nós dois enfim vai sucumbir?
Somos uma tragédia anunciada
Vender minha alma ainda parece
Nada
Peco perdão pois prefiro esse caos
A um amor mortal
Envenenados até a raiz
Qual de nós dois vai sucumbir?
Somos uma tragédia anunciada
Vender minha alma ainda parece
Nada
Peço perdão pois prefiro esse caos
A um amor mortal
Caos
Nunca hubo niebla en mis ojos
La locura es nuestro purgatorio
Pido perdón, pues he pecado
Creo que me entregué
Al rey del mal
Me convertí en reina de mi propio caos
La línea es delgada entre el amor y el odio
Puedo sangrar para mostrar que me importo
Pero no te equivoques al dudar
Que también puedo hacerte sangrar
Somos espejo
Pide perdón, tú pecaste primero
Envenenados hasta la raíz
¿Cuál de los dos finalmente sucumbirá?
Somos una tragedia anunciada
Vender mi alma aún parece nada
Pido perdón pues prefiero este caos
A un amor mortal
Siento avispas, no mariposas
Tú incendias mis defensas
Viendo el fuego extenderse
Soy inflamable, mírame arder
Somos espejo
Puedo arder, pero te quemo primero
Envenenados hasta la raíz
¿Cuál de los dos finalmente sucumbirá?
Somos una tragedia anunciada
Vender mi alma aún parece nada
Pido perdón pues prefiero este caos
A un amor mortal
Envenenados hasta la raíz
¿Cuál de los dos finalmente sucumbirá?
Somos una tragedia anunciada
Vender mi alma aún parece nada
Pido perdón pues prefiero este caos
A un amor mortal