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Lo Que Realmente Quiero

Camilo Melo

O Que Eu Quero Mesmo

O que eu quero mesmo
É fechar os olhos quando você passar
O que eu quero mesmo
É não escutar nada quando você falar
Eu juro que eu estou tentando me acostumar
Com a idéia de andar sozinho
De ter que explicar pra mim a minha culpa
Pois não entendo porque tem que ser assim
E eu que acreditei poder decidir.

É melhor eu não grilar
E deixar que venha a chuva
As coisas são como são
E quem sou eu pra dizer que não
Se não dá, que culpa eu tenho
Só não devo me punir
Meus olhos não mentiram
Os seus não entendi.

O que eu quero mesmo
É enfrentar todo esse temor
O que eu quero mesmo
É ignorar o meu ódio ou amor
Eu juro que eu estou tentando me acostumar
Com a idéia de jogar um jogo
Onde as regras não me permitem vencer
Aí então... eu pergunto porque
Se o que eu quero mesmo é esquecer
Agora eu acredito não poder decidir.

É melhor eu não grilar
E deixar que venha a chuva
As coisas são como são
E quem sou eu pra dizer que não
Se não dá, que culpa eu tenho
Só não devo me punir
Meus olhos não mentiram
Os seus não entendi.

Lo Que Realmente Quiero

Lo que realmente quiero
Es cerrar los ojos cuando pases
Lo que realmente quiero
Es no escuchar nada cuando hables
Juro que estoy tratando de acostumbrarme
A la idea de caminar solo
De tener que explicarme a mí mismo mi culpa
Porque no entiendo por qué tiene que ser así
Y yo que creí poder decidir.

Es mejor no obsesionarme
Y dejar que venga la lluvia
Las cosas son como son
Y quién soy yo para decir que no
Si no se puede, ¿de quién es la culpa?
Solo no debo castigarme
Mis ojos no mintieron
Los tuyos no entendí.

Lo que realmente quiero
Es enfrentar todo este temor
Lo que realmente quiero
Es ignorar mi odio o amor
Juro que estoy tratando de acostumbrarme
A la idea de jugar un juego
Donde las reglas no me permiten ganar
Entonces... me pregunto por qué
Si lo que realmente quiero es olvidar
Ahora creo que no puedo decidir.

Es mejor no obsesionarme
Y dejar que venga la lluvia
Las cosas son como son
Y quién soy yo para decir que no
Si no se puede, ¿de quién es la culpa?
Solo no debo castigarme
Mis ojos no mintieron
Los tuyos no entendí.

Escrita por: Camilo Melo