Dilemas Antigos
As vezes perguntar o porquê
Pode ser só uma fuga
Tanto pra mim ou pra você
Fecha a porta do quarto
Apaga essa luz
Quero me deitar ao seu lado
Se nasce e se morre tantas vezes
Minhas mãos estão famintas, com sede
De te amar, de te tocar
Então, não chore agora
Me dê a mão e vamos embora
Ver o pôr do sol do recife... sem fim
Dilemas Antiguos
A veces preguntar el porqué
Puede ser solo una escapatoria
Tanto para mí como para ti
Cierra la puerta del cuarto
Apaga esa luz
Quiero acostarme a tu lado
Se nace y se muere tantas veces
Mis manos están hambrientas, sedientas
De amarte, de tocarte
Así que, no llores ahora
Dame la mano y vámonos
A ver el atardecer en Recife... sin fin
Escrita por: Eduardo Monteiro