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Canto Libertario

Canto da Mata

Canto Libertário

Quando a gente toca esse balanço
Uma batida diferente
O tocador fica contente
E a galera tá feliz pedindo bis
O som não para (o som não para)
Quando a gente escuta esse balanço
Uma batida diferente
Do nosso corpo toma conta
E de repente um movimento
Vai subindo
Ele não para (ele não para)
Porque ela é livre para amar
Fácil de pegar, doce de beijar
Essa mistura tem o cheiro de amor
Quem quiser pode dançar

Que dança é essa?
É lá de Parintins
De onde vem?
Das curvas desse rio
De quem que é?
É do Canto da Mata
Esse gigando
Vem do norte do Brasil

Que dança é essa?
É lá de Parintins
De onde vem?
Das curvas desse rio
De quem que é?
É do Canto da Mata
Esse gigando
Vem do norte do Brasil

Iêah, iêah, uôu, uôu
Bate esse tambor
Canto libertário
Bate que eu não paro de dançar

Iêah, iêah, uôu, uôu
Bate esse tambor
Canto libertário
Bate que eu não paro de dançar

Canto Libertario

Cuando tocamos este ritmo
Un golpe diferente
El músico está contento
Y la gente está feliz pidiendo más
El sonido no se detiene (el sonido no se detiene)
Cuando escuchamos este ritmo
Un golpe diferente
Toma control de nuestro cuerpo
Y de repente un movimiento
Va creciendo
Él no se detiene (él no se detiene)
Porque ella es libre para amar
Fácil de atrapar, dulce de besar
Esta mezcla tiene el aroma del amor
Quien quiera puede bailar

¿Qué baile es este?
Es de Parintins
¿De dónde viene?
De las curvas de este río
¿De quién es?
Es del Canto da Mata
Este gigante
Viene del norte de Brasil

¿Qué baile es este?
Es de Parintins
¿De dónde viene?
De las curvas de este río
¿De quién es?
Es del Canto da Mata
Este gigante
Viene del norte de Brasil

Iêah, iêah, uôu, uôu
Golpea ese tambor
Canto libertario
Golpea que no paro de bailar

Iêah, iêah, uôu, uôu
Golpea ese tambor
Canto libertario
Golpea que no paro de bailar

Escrita por: Adriano Aguiar / Álceo Anselmo / Alex Pontes / Mailzon Mendes / Neil Armstong