Caveirão
Me diz quem é
Quem é o Capitão?
Me diz quem é
Quem é o Capitão?
Me diz quem é
Quem é o Capitão?
Me diz quem é
Quem é o Capitão?
Bala!
Os excluídos da cidade
Vivem em comunidade
Já passaram da validade
Pro prefeito da cidade
E João, doze anos
Na escola, sem ter planos
Ele viveu esperando
E de esperar ele morreu
Lucas, Pedro, Tadeu
Não durarão nem mais de um mês
O que temos a dizer
É agora esperem a sua vez
Olha a cagada que a gente fez
Será que não tem solução?
Vamos passar o corretivo nessa porcaria toda
Chama lá o Caveirão
E lá vem o Caveirão
Lá vem o Caveirão
Sangue na mão
Corpos no chão
Lá vem o Caveirão
Todo mundo na televisão
Mermão, mermão, mermão
Lá vem o Caveirão
Lá vem o Caveirão
O preto escurece
A vista de quem aparece
Na frente do Caveirão
Todo mundo rindo na televisão
Os excluídos da cidade
Vivem em comunidade
E já passaram da validade
Pro prefeito da cidade
E João, doze anos
Na escola, sem ter planos
Ele viveu esperando
E de esperar ele morreu
Lucas, Pedro, Tadeu
Não durarão nem mais de um mês
Agora esperem a sua vez!
Olha a cagada que a gente fez
Será que não tem solução?
Vamos passar o corretivo nessa porcaria toda
Chama lá o Caveirão
E lá vem o Caveirão
Lá vem o Caveirão
Sangue na mão
Corpos no chão
Lá vem o Caveirão
Todo mundo na televisão
Mermão, mermão, mermão
Lá vem o Caveirão
Lá vem o Caveirão
O preto escurece
A vista de quem aparece
Na frente do Caveirão
Todo mundo rindo na televisão
Será que o Complexo do Alemão
É o melhor lugar para o Caveirão?
Porque eu conheço um lugar
Tem um lugar
Em Brasília
Abarrotado de ladrão
É!
Por isso, Caveira
Por isso, Caveira
Olhe pra bandeira
Veja o que está escrito ali
Está escrito
Ordem e Progresso
Meu Deus, que regresso!
Olhe o Congresso!
Palhaçada sem fim
Sem fim
Sem final!
Sangue na mão
Corpos no chão
Sangue na mão
Corpos no chão
Sangue na mão
Corpos no chão
Caveirão
Dime quién es
¿Quién es el Capitán?
Dime quién es
¿Quién es el Capitán?
Dime quién es
¿Quién es el Capitán?
Dime quién es
¿Quién es el Capitán?
Bala!
Los excluidos de la ciudad
Viven en comunidad
Ya pasaron de la validez
Para el alcalde de la ciudad
Y João, doce años
En la escuela, sin planes
Vivió esperando
Y de esperar murió
Lucas, Pedro, Tadeu
No durarán ni un mes más
Lo que tenemos que decir
Es ahora, esperen su turno
Mira la cagada que hicimos
¿No tiene solución?
Vamos a corregir toda esta porquería
Llama al Caveirão
Y allá viene el Caveirão
Allá viene el Caveirão
Sangre en las manos
Cuerpos en el suelo
Allá viene el Caveirão
Todos en la televisión
Mano, mano, mano
Allá viene el Caveirão
Allá viene el Caveirão
El negro oscurece
La vista de quien aparece
Frente al Caveirão
Todos riendo en la televisión
Los excluidos de la ciudad
Viven en comunidad
Ya pasaron de la validez
Para el alcalde de la ciudad
Y João, doce años
En la escuela, sin planes
Vivió esperando
Y de esperar murió
Lucas, Pedro, Tadeu
No durarán ni un mes más
¡Ahora esperen su turno!
Mira la cagada que hicimos
¿No tiene solución?
Vamos a corregir toda esta porquería
Llama al Caveirão
Y allá viene el Caveirão
Allá viene el Caveirão
Sangre en las manos
Cuerpos en el suelo
Allá viene el Caveirão
Todos en la televisión
Mano, mano, mano
Allá viene el Caveirão
Allá viene el Caveirão
El negro oscurece
La vista de quien aparece
Frente al Caveirão
Todos riendo en la televisión
¿Será que el Complexo do Alemão
Es el mejor lugar para el Caveirão?
Porque conozco un lugar
Hay un lugar
En Brasilia
Lleno de ladrones
¡Sí!
Por eso, Caveira
Por eso, Caveira
Mira la bandera
Ve lo que está escrito ahí
Está escrito
Orden y Progreso
¡Dios mío, qué regreso!
¡Mira el Congreso!
Payasada sin fin
¡Sin fin!
¡Sin final!
Sangre en las manos
Cuerpos en el suelo
Sangre en las manos
Cuerpos en el suelo
Sangre en las manos
Cuerpos en el suelo
Escrita por: Renato Henrique Luz