Serpentárias
Iussus ad bellum
Serpentárias viperarum
Vêm do ventre da tapuia
Filhas da grande boiúna
Soberanas do reino das águas
Uma vem pra te salvar
Outra pra te devorar
Qual destino tu terás
Aaaah
Nas águas caninana lampeja
Aaaah
Tétrica das profundezas insondáveis
Serpenteia em pororocas
Naufragando embarcações
Caninana no seu ninho de almas
Arrebata, atalaia rapina
Honorato iluminado
Potentado livrará
Os kariwás, caboclos, negros, índios
Desavisados do temível destino
Rastejam de encontro, bívoras quimeras
Lide, duelo, combate das feras
Devora, devora, homem-cobra honorato a devora
Devora, devora, homem-cobra honorato a devora
Devora, devora, homem-cobra honorato a devora
Devora, devora, se liberta do encanto e vagueia
Serpentárias
Filhas da boiúna sorrateiras como a noite
Serpentárias
O triunfo nas águas do bem sobre o mal
In bellum fratri libertais lumen
Serpentarium
Serpentarias
Ordenados a la guerra
Serpentarias de víboras
Vienen del vientre de la tapuia
Hijas de la gran boiúna
Soberanas del reino de las aguas
Una viene a salvarte
Otra a devorarte
¿Qué destino tendrás?
Aaaah
En las aguas brilla la caninana
Aaaah
Tétrica de las profundidades insondables
Serpentea en pororocas
Naufragando embarcaciones
Caninana en su nido de almas
Arrebata, vigila, rapina
Honorato iluminado
Potentado liberará
A los kariwás, caboclos, negros, indios
Desprevenidos del temible destino
Arrastrándose hacia él, quimeras bívoras
Lucha, duelo, combate de las fieras
Devora, devora, hombre-cobra Honorato te devora
Devora, devora, hombre-cobra Honorato te devora
Devora, devora, hombre-cobra Honorato te devora
Devora, devora, se libera del encanto y vaga
Serpentarias
Hijas de la boiúna, sigilosas como la noche
Serpentarias
El triunfo en las aguas del bien sobre el mal
En la guerra, liberan la luz al hermano
Serpentario