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Virgulino

Carlinhos Brasil

Virgulino

Virgulino era temido pelo povo do sertão
Não tinha medo de coronel nem medo de capitão
Com seu bando onde chegava perturbava o cidadão
Dividia o comando com corisco seu irmão

Ele não roubava ele pedia
Mas se não desse ia buscar no mesmo dia
No seu cavalo ventania
Vingando a morte do seu pai todo dia

Lampião, Lampião o nome dele é Lampião
Lampião, Lampião o nome dele é Lampião
Lampião, Lampião o nome dele é Lampião
Lampião, Lampião o nome dele é Lampião

Mas num dia tão bonito conheceu Maria Monita
Que lhe roubou a alma lhe entregando sua vida
Sua rotina era caseira sem muita emoção
Resolveu então fugir com virgulino lampião

Largou o marido sapateiro
E foi viver com seu cangaceiro
Primeira mulher no cangaço
Não tinha homem pra alcançar o seus passos

Lampião, Lampião o nome dele é Lampião
Lampião, Lampião o nome dele é Lampião
Lampião, Lampião o nome dele é Lampião
Lampião, Lampião o nome dele é Lampião

Virgulino

Virgulino era temido por la gente del sertón
No le temía al coronel ni al capitán
Con su banda donde llegaba perturbaba al ciudadano
Dividía el mando con Corisco, su hermano

Él no robaba, él pedía
Pero si no le daban, iba a buscar el mismo día
En su caballo ventarrón
Vengando la muerte de su padre todos los días

Lampião, Lampião, su nombre era Lampião
Lampião, Lampião, su nombre era Lampião
Lampião, Lampião, su nombre era Lampião
Lampião, Lampião, su nombre era Lampião

Pero en un día tan bonito conoció a María Monita
Que le robó el alma entregándole su vida
Su rutina era casera, sin mucha emoción
Decidió entonces huir con Virgulino Lampião

Dejó al marido zapatero
Y fue a vivir con su bandido
Primera mujer en el cangaço
No había hombre que pudiera alcanzar sus pasos

Lampião, Lampião, su nombre era Lampião
Lampião, Lampião, su nombre era Lampião
Lampião, Lampião, su nombre era Lampião
Lampião, Lampião, su nombre era Lampião

Escrita por: Carlinhos Brasil