Pelas Ondas do Bar
Nunca deixei de falar do amor
Nunca me deixei levar
Pelas ondas
Pelas ondas do bar
Pelas sondas dos amigos no fim de noite
Pelas ondas do fim da madrugada
Eu não sou de nada
Eu não sei de nada mas
Quando eu chego em casa
E o leite encaixa na porta do meu apartamento
E eu deito numa cama limpa demais
Eu sinto o peso de tudo
Eu sinto o mesmo que todos
Mas não me canso de falar do amor
Nunca deixei de falar do amor
Nunca me deixei levar
Pelas ondas
Pelas ondas do bar
Pelas sombras dos amigos no fim de noite
Pelas ondas do fim da madrugada
Eu não sou de nada
Eu não sei de nada mas
Quando eu beber o berro
Eu não sou de ferro
Nunca fico mudo como convém
Eu não sou ninguém como, como você
Quando eu chego em casa
E o leite encaixa na porta do meu apartamento
E eu deito nos maus lençóis tão limpos
Eu me sinto sujo
Eu me sinto sujo
E eu durmo demais
Nunca deixei de falar do amor
Nunca me deixei levar
Pelas ondas
Pelas ondas do bar
Pelas sombras dos amigos no fim de noite
Pelas sombras do fim da madrugada
Eu não sou de nada
Eu não sei de nada mas
Quando eu beber o berro
Eu não sou de ferro
Nunca fico mudo como convém
Eu não sou ninguém como você
Mas não me canso de falar do amor
Pelas ondas, apesar das ondas
Eu não me canso de falar do amor
Apesar das sondas do fim da madrugada
Eu não me canso de falar do amor
Entre las Olas del Bar
Nunca dejé de hablar del amor
Nunca me dejé llevar
Entre las olas
Entre las olas del bar
Entre las sombras de los amigos al final de la noche
Entre las olas del final de la madrugada
No soy de nada
No sé de nada pero
Cuando llego a casa
Y la leche encaja en la puerta de mi apartamento
Y me acuesto en una cama demasiado limpia
Siento el peso de todo
Siento lo mismo que todos
Pero no me canso de hablar del amor
Nunca dejé de hablar del amor
Nunca me dejé llevar
Entre las olas
Entre las olas del bar
Entre las sombras de los amigos al final de la noche
Entre las olas del final de la madrugada
No soy de nada
No sé de nada pero
Cuando bebo el grito
No soy de hierro
Nunca me quedo callado como conviene
No soy nadie como tú
Cuando llego a casa
Y la leche encaja en la puerta de mi apartamento
Y me acuesto en las sábanas tan limpias
Me siento sucio
Me siento sucio
Y duermo demasiado
Nunca dejé de hablar del amor
Nunca me dejé llevar
Entre las olas
Entre las olas del bar
Entre las sombras de los amigos al final de la noche
Entre las sombras del final de la madrugada
No soy de nada
No sé de nada pero
Cuando bebo el grito
No soy de hierro
Nunca me quedo callado como conviene
No soy nadie como tú
Pero no me canso de hablar del amor
Entre las olas, a pesar de las olas
No me canso de hablar del amor
A pesar de las sondas del final de la madrugada
No me canso de hablar del amor
Escrita por: Carlinhos Vergueiro