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Mi Chevete Marajó

Carlos D`cezary

Meu Chevete Marajó

Eu vou pra balada
Amanhecer lá no forró
Eu vou de marajó!
Eu vou de marajó!
Encher de gatinha
Eu não quero ficar só
Veloz e envolvente, é meu chevete marajó!

Ele é antigo
Mas é bem potente
Está sempre disposto, e não é de ficar doente
Ainda bem que ele não tem o dom de falar
Porque o que ele gosta é mesmo de buzinar

Quando vê gatinhas, a gente se amostra
Dá uma voltinha pra poder estacionar
Eu tô de enxerido, vou abrindo a porta
Pense num carrinho pra gostar de farrear

Ho! Carrinho pra gostar de farrear
Tá veinho, mas não quer se aposentar
Nesse carro negócio nenhum se faz
Não vendo, não troco, é herança do meu pai

Mi Chevete Marajó

Voy a la fiesta
Amanecer en el forró
¡Voy en mi Marajó!
¡Voy en mi Marajó!
Lleno de chicas
No quiero estar solo
¡Veloz y envolvente, es mi Chevete Marajó!

Es antiguo
Pero muy potente
Siempre está listo, nunca se enferma
Menos mal que no puede hablar
Porque lo que le gusta es tocar la bocina

Cuando ve chicas, nos mostramos
Da una vuelta para poder estacionar
Me meto de metiche, abro la puerta
Imagina un auto que le encanta la fiesta

¡Auto que le encanta la fiesta!
Está viejito, pero no quiere jubilarse
En este carro no se hace ningún negocio
No lo vendo, no lo cambio, es la herencia de mi padre

Escrita por: Carlos D`Cezary