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Presumida

Carlos Galhardo

Presunçosa

Não sejas vaidosa assim como és
Mulher presunçosa tu queres que o mundo
Se ajoelhe a seus pés
O teu egoísmo e a tua vaidade
Abrirão um abismo em que tu cairás
A chorar de saudade

Então quando o castigo vier
Em vão tu hás de te arrepender mulher
Bem tarde muito tarde então será
Quando o sonho findar e a ilusão se acabar
Nada mais restará

Presumida

No seas vanidosa así como eres
Mujer presumida, quieres que el mundo
Se arrodille a tus pies
Tu egoísmo y tu vanidad
Abrirán un abismo en el que caerás
Llorando de nostalgia

Entonces cuando llegue el castigo
En vano te arrepentirás mujer
Muy tarde, demasiado tarde será
Cuando el sueño termine y la ilusión se acabe
No quedará nada más

Escrita por: Antonio Almeida