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Colapso de Flor

Carlos Otto

Colapso de Flor

Desvenda e revela
Acenda aquela vela
No quarto ou no quinto (dos invernos)
E tira os nossos ternos de preferência agora
Pra que eu não vá embora hoje, nem amanhã
Só domingo talvez
Um domingo de algum mês

Talvez eu me dedique
E fique até a próxima estação
Ou até o verão

Não me esqueci de que você venera as cores da primavera
Gosta do campo florido
Mas o nosso amor proibido nos joga em cavernas
Onde uma voz ecoa rústica, em uma canção acústica
Dizendo que eu e você somos nós
Que se desata, mata
Morre a sós
A sós

Aproxima
Dissemina o amor
Com lápis de cor
Colapso de flor

Aproxima
Dissemina o amor
Com lápis de cor
Colapso de flor

Aproxima
Dissemina
Com lápis de cor
Colapso de flor

Colapso de Flor

Revela y desvela
Enciende esa vela
En la habitación o en la quinta (de los inviernos)
Y quita nuestros trajes de preferencia ahora
Para que no me vaya hoy, ni mañana
Solo quizás el domingo
Un domingo de algún mes

Quizás me dedique
Y me quede hasta la próxima estación
O hasta el verano

No olvido que veneras los colores de la primavera
Te gusta el campo florido
Pero nuestro amor prohibido nos lleva a cuevas
Donde una voz resuena rústica, en una canción acústica
Diciendo que tú y yo somos nosotros
Que se desata, mata
Muere a solas
A solas

Acércate
Disemina el amor
Con lápices de colores
Colapso de flor

Acércate
Disemina el amor
Con lápices de colores
Colapso de flor

Acércate
Disemina
Con lápices de colores
Colapso de flor

Escrita por: Carlos Otto