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El Día del Comodín

Carlos Spihler

O Dia do Curinga

Você me vê, mas não me enxerga.
Você me lê, mas não me entende.
E eu continuo sozinho

Existe algo além dessa mascara
Um poço escuro atrás desse otimismo
E ele continua vazio

Mas eu sigo em frente
Maquiando esse sorriso
Ha, ha, ha

Haaaaaa!!!!

E eu faço qualquer jogada
Eu caibo em todas
E eu valho a qualquer carta

Meus amigos não me conhecem
Agora eu sou o bobo que lhe diverte
E me escondo nas letras
E me escondo nos números

Mas eu sigo em frente
Maquiando esse sorriso
Ha, ha, ha
Haaaaaa!!!!

E eu faço qualquer jogada
Eu caibo em todas
E eu valho a qualquer carta
Eu jogo em todas
Eu sempre dou risada

Mas não pertenço a nenhum naipe

El Día del Comodín

Tú me ves, pero no me percibes.
Tú me lees, pero no me comprendes.
Y yo sigo solo.

Existe algo más allá de esta máscara,
Un pozo oscuro detrás de este optimismo,
Y sigue vacío.

Pero sigo adelante,
Maquillando esta sonrisa,
Ja, ja, ja.

¡¡¡Jaaaaaa!!!

Y hago cualquier movimiento,
Encajo en todos,
Y valgo cualquier carta.

Mis amigos no me conocen,
Ahora soy el tonto que les divierte,
Y me escondo en las letras,
Y me escondo en los números.

Pero sigo adelante,
Maquillando esta sonrisa,
Ja, ja, ja.
¡¡¡Jaaaaaa!!!

Y hago cualquier movimiento,
Encajo en todos,
Y valgo cualquier carta,
Juego en todos,
Siempre me río.

Pero no pertenezco a ningún palo.

Escrita por: Carlos Sphiler / Felipe Ferreira / Igor Santanna / Tiago Salles