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De Repente

Carlota Marques

De Repente

E eis que de repente já não sei quem sou
Ah, não sei se fico, se prossigo, ou vou
Estou nesses dias ruins de se estar
Sem me saber, querendo me achar
Eu creio, sinto, que carente estou

E a minha cabeça anda que é um horror
Pois nem mesmo frio o meu cobertor consegue estancar
Meu peito então dói de melancolia
Minha trilha então, quem sabe, eu acho um dia

Ah, não vou me censurar por querer te xingar
Te insultar, maldizer
Te gritar, fazer ver
Que pra mim é melhor
Quando no meu assim
Você fica por perto

Ah, não vou me censurar por querer te xingar
Te insultar, maldizer
Pois esse meu assim
É pior, dói pior quando falta você

De Repente

Y de repente ya no sé quién soy
Ah, no sé si me quedo, sigo adelante o me voy
Estoy en estos días malos de existir
Sin saber quién soy, queriendo encontrarme
Creo, siento, que estoy necesitado

Y mi cabeza está que es un horror
Porque ni siquiera el frío puede detener mi cobertor
Mi pecho duele de melancolía
Quizás un día encuentre mi camino

Ah, no me voy a censurar por querer insultarte
Maldicirte, gritarte
Hacerte ver
Que para mí es mejor
Cuando estás cerca de mí así

Ah, no me voy a censurar por querer insultarte
Maldicirte, gritarte
Porque este estado mío
Es peor, duele más cuando te falta

Escrita por: Carlota Marques