Praga
Eu quero te ver sem ter nada
Roendo calçada, dormindo no chão
Eu hei de te ver todo rasgado
Em minha porta ajoelhado
Implorando o meu perdão
Então ficarei sem vingança
De tanta pancada
Meu Deus que horror
E quando voltavas do distrito
Por ter feito algum conflito
Em favor do nosso amor
Se tu não vieres
Por causa de outras mulheres
Eu irei lhe buscar
Na nossa casa lá no morro
Nego peste vagabundo
Meu mulato do outro mundo
Por você eu quase morro
Praga
Quiero verte sin nada
Mordiendo el pavimento, durmiendo en el suelo
He de verte todo desgarrado
Arrodillado en mi puerta
Implorando mi perdón
Entonces me quedaré sin venganza
De tantos golpes
Dios mío, qué horror
Y cuando regresabas del distrito
Por haber tenido algún conflicto
En favor de nuestro amor
Si no vienes
Por culpa de otras mujeres
Iré a buscarte
A nuestra casa en el cerro
Negro peste vagabundo
Mi mulato de otro mundo
Por ti casi muero