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Artemisia

Carne Doce

Artemísia

Não vai nascer
Porque eu não quero
Porque eu não quero e basta eu não querer

Não vai viver
Porque eu vivo
Sou o deus vivo
Sua razão de ser

De uma praga a um chá
Sabe a índia, sabe a química
Que o seu desencarnar

É da minha natureza
É da minha arquitetura
É do meu querer

Artemisia

No va a nacer
Porque no quiero
Porque no quiero y no quiero

No vas a vivir
Porque vivo
Yo soy el dios viviente
Tu razón de ser

De una plaga a un té
Conoces la India, la química
Que tu desencarnado

Está en mi naturaleza
Es de mi arquitectura
Es mi deseo

Escrita por: João Victor / Salma Jô