Ao túmulo concedido
No terminal
Mas foi usufruido
Em nome do caos
Senhores de tudo
Senhores de quem?
Seus cadáveres agora
Não vem a ninguém
Sejam bem-vindos
Ao matadouro
Ficará de frente agora
No submundo que o homem criou
Seu pesadelo
Se tornou real
Agora sinta o flagelo
Do seu próprio perdão
Jogados no abismo escuro
Da miséria
Confinados desde cedo
Como máquinas de guerra
Devoradores Da Carne Humana
A sua prisão é mental
Devoradores Da Carne Humana
Iniquo artificial
O seu ego agora são
Frutos da imaginação
Ao túmulo concedido
No terminal
Mas foi usufruido
Em nome do caos
Senhores de tudo
Senhores de quem?
Seus cadáveres agora
Não vem a ninguém
Ao túmulo concedido
No terminal
Mas foi usufruido
Em nome do caos
Senhores de tudo
Senhores de quem?
Seus cadáveres agora
Não vem a ninguém
Sejam bem-vindos
Ao matadouro
Ficará de frente agora
No submundo que o homem criou
Seu pesadelo
Se tornou real
Agora sinta o flagelo
Do seu próprio perdão
Escrita por: Felipe Rocha dos Santos Bento, João Paulo da Silva Siqueira, Matheus Castilho Saldo