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Malos Hábitos

Carolina Deslandes

Maus Hábitos

Não te quero acusar
Do que aconteceu
Porque no final de contas
O mau hábito é meu

És uns milhões de cafés
Quando eu só preciso de um
Os livros a meio
E os cigarros em jejum

Não quero mais rotinas
E a mim já não me ensinas
O hábito não faz o monge

Quero que vás pra longe
Quero que vás pra longe

Não me olhes assim
Que já não me convences
De roer tanto as unhas
Já me doem os dentes

As manhãs a dormir
Os dias a meio gás
O sorriso educado
Quando eu quero é gritar

Não quero mais desculpas
E a mim já não me insultas
O hábito não faz o monge

Quero que vás pra longe
Quero que vás pra longe

Não te quero acusar
Do que aconteceu
Porque no final de contas
O mau hábito é meu

Não quero mais rotinas
E a mim já não me ensinas
O hábito não faz o monge

Quero que vás pra longe
Quero que vás pra longe
Quero que vás pra longe
Quero que vás pra longe

Malos Hábitos

No quiero culparte
De lo que sucedió
Porque al final de cuentas
El mal hábito es mío

Eres como mil cafés
Cuando solo necesito uno
Los libros a medias
Y los cigarrillos en ayunas

No quiero más rutinas
Y ya no me enseñas nada
El hábito no hace al monje

Quiero que te vayas lejos
Quiero que te vayas lejos

No me mires así
Que ya no me convences
De morderme tanto las uñas
Ya me duelen los dientes

Las mañanas durmiendo
Los días a medias tintas
La sonrisa educada
Cuando lo que quiero es gritar

No quiero más excusas
Y ya no me insultas
El hábito no hace al monje

Quiero que te vayas lejos
Quiero que te vayas lejos

No quiero culparte
De lo que sucedió
Porque al final de cuentas
El mal hábito es mío

No quiero más rutinas
Y ya no me enseñas nada
El hábito no hace al monje

Quiero que te vayas lejos
Quiero que te vayas lejos
Quiero que te vayas lejos
Quiero que te vayas lejos

Escrita por: João Só, Carolina Deslandes