Grandes Nomes do Passado
Resolvi fazer uns versos
Que meu coração pediu
No ponteado da viola
Da toeira e o canotil
Quando escuto o som da viola
No meu corpo dá um arrepio
Amanheci inspirado
Grandes nomes do passado
Na ideia submergiu
Recordei de grandes homens
Que nesta terra existiu
São nomes inesquecíveis
Tantas glórias conseguiu
Nossa terra abençoada
Cheia de encantos mil
Saiu lá de Portugal
Pedro Álvares Cabral
E nossa pátria descobriu
Frei Henrique de Coimbra
Quando aqui ele surgiu
Foi ele quem celebrou
A primeira missa no Brasil
Outro herói da nossa pátria
De coragem se vestiu
Pra sermos independentes
Morreu nosso Tiradentes
Dia vinte e um de abril
Salve o nosso Castro Alves
Na poesia foi macio
Salve o Duque de Caxias
Com sua espada de dois fio
Salve o grande Juscelino
Que Brasília construiu
Salve o Getúlio Vargas
Que na hora mais amarga
Ele morreu mas não fugiu
Salve Dom Pedro Primeiro
Que a independência conseguiu
Lá nas margens do Ipiranga
Quando seu sangue subiu
A carta de Portugal
Ele tremeu quando abriu
Com seu braço rijo e forte
Gritou: Independência ou Morte
E ninguém não deu um pio
O maior homem do mundo
O maior que o mundo viu
Morreu e ressuscitou
E para o céu ele subiu
Até nos meus simples versos
Se eu pedi Ele me ouviu
Agradeço a Jesus Cristo
Os sucessos que eu conquisto
E que o Brasil já me aplaudiu
Grandes Nombres del Pasado
Resolví componer unos versos
Que mi corazón pidió
Al son de la guitarra
Del toeira y el canotil
Cuando escucho el sonido de la guitarra
Me recorre un escalofrío
Desperté inspirado
Grandes nombres del pasado
En mi mente emergieron
Recordé a grandes hombres
Que existieron en esta tierra
Son nombres inolvidables
Lograron tantas glorias
Nuestra tierra bendecida
Llena de encantos mil
Salió de Portugal
Pedro Álvares Cabral
Y descubrió nuestra patria
Frei Henrique de Coimbra
Cuando apareció aquí
Fue él quien celebró
La primera misa en Brasil
Otro héroe de nuestra patria
Se vistió de coraje
Para ser independientes
Murió nuestro Tiradentes
El veintiuno de abril
Salve nuestro Castro Alves
En la poesía fue suave
Salve al Duque de Caxias
Con su espada de doble filo
Salve al gran Juscelino
Que construyó Brasilia
Salve a Getúlio Vargas
Que en el momento más amargo
Murió pero no huyó
Salve Dom Pedro Primero
Que logró la independencia
En las orillas del Ipiranga
Cuando su sangre subió
La carta de Portugal
Temblo al abrirla
Con su brazo firme y fuerte
Gritó: ¡Independencia o Muerte!
Y nadie dijo ni pío
El hombre más grande del mundo
El más grande que el mundo vio
Murió y resucitó
Y al cielo ascendió
Incluso en mis simples versos
Si le pedí, Él me escuchó
Agradezco a Jesucristo
Los éxitos que conquisto
Y que Brasil ya me aplaudió