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Vivir

Carta de Nicolau

Viver

Viver só pode ser bom
Eu que nunca morri
Nem tenho o dom
Prefiro viver

Oh que beleza
Amar-te com realeza
Meus caminhos vou construir
Tem cabra morredor por aí
Até já morreu
Esqueceu de cair
Não quis provar
Do amor verdadeiro
Não lutou tal qual guerreiro
Preferiu só desistir
Tempestade de certo te assombram
São o pano, escombro das sombras

Mas suas verdades te farão
Sempre prosseguir
Das folhas caídas, estão surpreenda
As dores, com elas aprenda
Sinta saudade
Do que ainda estar por vir
Tem cabra morredor por aí
Até já morreu
Esqueceu de cair
Não quis provar
Do amor verdadeiro
Não lutou qual guerreiro
Preferiu só desistir
Tempestades de certo te assombram
São o pano, escombro das tundras

Mas suas verdades te farão
Sempre prosseguir
Das folhas caídas, então surpreenda
As dores, com elas aprenda
Sinta saudade
Do que ainda estar por vir

Vivir

Vivir solo debe ser bueno
Yo que nunca morí
Ni tengo el don
Prefiero vivir

Oh qué belleza
Amarte con realeza
Construiré mis caminos
Hay tipos que se mueren por ahí
Incluso ya murieron
Olvidaron caer
No quisieron probar
El amor verdadero
No lucharon como guerreros
Prefirieron solo rendirse
Las tormentas seguramente te asustan
Son el paño, escombros de las sombras

Pero tus verdades te harán
Siempre seguir adelante
De las hojas caídas, sorpréndete
Con el dolor, aprende de ellas
Siente nostalgia
Por lo que aún está por venir
Hay tipos que se mueren por ahí
Incluso ya murieron
Olvidaron caer
No quisieron probar
El amor verdadero
No lucharon como guerreros
Prefirieron solo rendirse
Las tormentas seguramente te asustan
Son el paño, escombros de las tundras

Pero tus verdades te harán
Siempre seguir adelante
De las hojas caídas, entonces sorpréndete
Con el dolor, aprende de ellas
Siente nostalgia
Por lo que aún está por venir

Escrita por: Marcos Fonteles