Litore
Despertei do mar, será que foi melhor assim?
Me faltava ar pois estava cheio de mim
Quando fugi pra me encontrar
E onde será que eu me perdi?
Se arrepender não vai mudar
Se o meu dever é o que decidir amar!
E abdicar do que eu já quis, pra ser o que eu devo ser
E se morrer na praia é meu fim
Não vou esperar pra ver
E ao embarcar abandonei todo o pudor
E ao naufragar me afoguei de toda a dor
E a contraparte é o que restou: O frio do inverno que não passou!
Se arrepender não vai mudar
Se o meu dever é o que decidir amar!
E abdicar do que eu já quis, pra ser o que eu devo ser
E quem é que vai ditar meu fim?
Se arrepender não vai mudar
Se o meu dever é o que decidir amar
E abdicar de mim, pra ser o que almejo ser
E quem vai ditar meu fim?
Sou eu!
Sou eu!
Litore
Desperté del mar, ¿será que fue mejor así?
Me faltaba aire porque estaba lleno de mí
Cuando escapé para encontrarme
¿Y dónde será que me perdí?
Arrepentirse no cambiará nada
¡Si mi deber es decidir a quién amar!
Y renunciar a lo que ya quise, para ser lo que debo ser
Y si morir en la playa es mi fin
No esperaré para ver
Y al embarcar abandoné todo el pudor
Y al naufragar me ahogué en todo el dolor
Y la contraparte es lo que quedó: ¡El frío del invierno que no pasó!
Arrepentirse no cambiará nada
¡Si mi deber es decidir a quién amar!
Y renunciar a lo que ya quise, para ser lo que debo ser
¿Y quién va a dictar mi fin?
Arrepentirse no cambiará nada
¡Si mi deber es decidir a quién amar!
Y renunciar a mí, para ser lo que anhelo ser
¿Y quién va a dictar mi fin?
¡Soy yo!
¡Soy yo!
Escrita por: Rafael Iizidoro / Tiago Santos / Thiago Campos / Mateus Furtado