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Cuerpo de barro

Cássia Eller

Corpo De Lama

Este corpo de lama que tu vê
É apenas a imagem que sou
Este corpo de lama que tu vê
É apenas a imagem que é tu
Que o sol não segue os pensamentos
Mas a chuva muda os sentimentos
Se o asfalto é meu amigo eu caminho
Como aquele grupo de caranguejos
Ouvindo a música dos trovões
Esta chuva de longe que tu vê
É apenas a imagem que sou
Este sol bem de longe que tu vê
É apenas a imagem que é tu
Fiquei apenas pensando que seu corpo
Parece com as minhas idéias fiquei apenas
Lembrando que há muitas garotas sorrindo
Em ruas distantes há muitos meninos
Correndo em mangues distantes
Esta chuva de longe que tu vê
É apenas a imagem que sou
Esse mangue de longe q tu vê
É apenas a imagem que é tu ehhh!!
Se o asfalto é meu amigo eu caminho
Como aquele grupo de caranguejos
Ouvindo a música dos trovões
Deixai que os fatos sejam fatos naturalmente
Sem que sejam forjados para acontecer
Deixai que os olhos vejam os pequenos detalhes
Lentamente deixai que as coisas que lhe circundam
Estejam sempre inertes como móveis
Inofensivos para lhe servir quando for
Preciso e nunca lhe causar danos
Sejam eles morais físicos ou psicológicos

Cuerpo de barro

Este cuerpo de barro que ves
Es sólo la imagen que soy
Este cuerpo de barro que ves
Es sólo la imagen que eres tú
Que el sol no sigue los pensamientos
Pero la lluvia cambia los sentimientos
Si el asfalto es mi amigo camino
Como ese montón de cangrejos
Escuchar la música del trueno
Esta lluvia de lejos que ves
Es sólo la imagen que soy
Este sol de lejos que ves
Es sólo la imagen que eres tú
Estaba pensando que tu cuerpo
Parece que mis ideas me dieron sólo
Recordando que hay un montón de chicas sonriendo
En las calles distantes hay muchos chicos
Correr en manglares distantes
Esta lluvia de lejos que ves
Es sólo la imagen que soy
Ese manglar de lejos se ve
Es sólo la imagen que es ehhh!!
Si el asfalto es mi amigo camino
Como ese montón de cangrejos
Escuchar la música del trueno
Que los hechos sean hechos naturalmente
Sin ser forjados para que suceda
Deja que los ojos vean los pequeños detalles
Lentamente deja que las cosas que te rodean
Ser siempre inerte como muebles
Inofensivo para servirte cuando estás
Necesito y nunca haces daño
Ya sean morales físicas o psicológicas

Escrita por: Chico Science / Jorge du Peixe / Lúcio Maia