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Coroné Antonio Bento

Cássia Eller

Coroné Antônio Bento

Coroné Antonio Bento
No dia do casamento
Da sua filha Juliana
Ele não quis sanfoneiro
Foi pro Rio de Janeiro
Convidou Bené Nunes pra tocar
O lê, rê, ô lá rá
Nesse dia bodocó
Faltou pouco pra virar

E todo mundo que mora por ali
Nesse dia não pode arresistir
Quando ouvia o toque do piano
Rebolava, saia requebrando
Até Zé Macacheira que era o noivo
Dançou a noite inteira sem parar
Que é costume de todos que se casam
Ficar doido pra festa se acabar


Coroné Antonio Bento

Coroné Antonio Bento
En el día de la boda
De su hija Juliana
Él no quiso acordeonista
Se fue al Río de Janeiro
Invitó a Bené Nunes a tocar
O lê, rê, ô lá rá
Ese día en Bodocó
Estuvo a punto de volverse loco

Y toda la gente que vive por ahí
Ese día no pudo resistir
Cuando escuchaban el sonido del piano
Rebolaban, bailaban con gracia
Incluso Zé Macacheira que era el novio
Bailó toda la noche sin parar
Porque es costumbre para todos los que se casan
Volvernos locos para que la fiesta termine

Escrita por: Luiz Wanderley E João Do Vale