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Última Escena

Cassino Supernova

Última Esquete

Tanto faz o caminho que eu seguir
Se correr sem me ver
Todos dizem o que ser e fazer
Mas não vou ser assim

Não peça que fique
Pois não somos nada
E nada devemos fazer
Não faz sentido escolher palavras
Não faz saber onde ir

Posso não ser assim
Mas sempre vou ter
O papel que escolher
Nesta peça não vai ter aplausos
É o risco que quis

Não peça que fique
Pois não somos nada
E nada devemos fazer
Não faz sentido escolher palavras
Não faz saber onde ir

Não peça que fique
Pois não somos nada
E nada devemos fazer
Entre o tédio, acordes maiores
Não fazem sentido pra mim

Última Escena

Da igual el camino que elija seguir
Si corro sin verme
Todos dicen qué ser y hacer
Pero no seré así

No pidas que me quede
Porque no somos nada
Y nada debemos hacer
No tiene sentido elegir palabras
No sé a dónde ir

Puede que no sea así
Pero siempre tendré
El papel que elija
En esta escena no habrá aplausos
Es el riesgo que quise

No pidas que me quede
Porque no somos nada
Y nada debemos hacer
No tiene sentido elegir palabras
No sé a dónde ir

No pidas que me quede
Porque no somos nada
Y nada debemos hacer
Entre el aburrimiento, acordes mayores
No tienen sentido para mí

Escrita por: Gustavo Halfeld / Raphael Valadares