Falso Moralista
Você condena o que a moçada anda fazendo
E não aceita o teatro de revista
Arte moderna pra você não vale nada
E até vedete você diz não ser artista
Você se julga um tanto bom e até perfeito
Por qualquer coisa deita logo falação
Mas eu conheço bem os seus defeitos
E não vou fazer segredo não
Você condena o que a moçada anda fazendo
E não aceita o teatro de revista
Arte moderna pra você não vale nada
E até vedete você diz não ser artista
Você se julga um tanto bom e até perfeito
Por qualquer coisa deita logo falação
Mas eu conheço bem os seus defeitos
E não vou fazer segredo não
Você é visto toda sexta no Joá
E não é só no carnaval que vai pros bailes se acabar
Fim de semana você deixa a companheira
E no bar com os amigos bebe bem a noite inteira
Segunda-feira chega na repartição
Pede dispensa para ir ao oculista
E vai curar sua ressaca simplesmente
Você não passa de um falso moralista
Você se julga um tanto bom e até perfeito
Por qualquer coisa deita logo falação
Mas eu conheço bem os seus defeitos
E não vou fazer segredo não
Você é visto toda sexta no Joá
E não é só no carnaval que vai pros bailes se acabar
Fim de semana você deixa a companheira
E no bar com os amigos bebe bem a noite inteira
Segunda-feira chega na repartição
Pede dispensa para ir ao oculista
E vai curar sua ressaca simplesmente
Você não passa de um falso moralista
E vai curar sua ressaca simplesmente
Você não passa de um falso moralista
Falso Moralista
Condenas lo que la juventud está haciendo
Y no aceptas el teatro de revista
El arte moderno para ti no vale nada
E incluso a la vedette dices que no es artista
Te consideras bastante bueno e incluso perfecto
Por cualquier cosa empiezas a hablar
Pero conozco bien tus defectos
Y no voy a guardar silencio
Condenas lo que la juventud está haciendo
Y no aceptas el teatro de revista
El arte moderno para ti no vale nada
E incluso a la vedette dices que no es artista
Te consideras bastante bueno e incluso perfecto
Por cualquier cosa empiezas a hablar
Pero conozco bien tus defectos
Y no voy a guardar silencio
Te ven todos los viernes en Joá
Y no solo en carnaval vas a bailar hasta el amanecer
Los fines de semana dejas a tu compañera
Y en el bar con los amigos bebes toda la noche
Llegas el lunes a la oficina
Pides permiso para ir al oculista
Y vas a curar tu resaca simplemente
No eres más que un falso moralista
Te consideras bastante bueno e incluso perfecto
Por cualquier cosa empiezas a hablar
Pero conozco bien tus defectos
Y no voy a guardar silencio
Te ven todos los viernes en Joá
Y no solo en carnaval vas a bailar hasta el amanecer
Los fines de semana dejas a tu compañera
Y en el bar con los amigos bebes toda la noche
Llegas el lunes a la oficina
Pides permiso para ir al oculista
Y vas a curar tu resaca simplemente
No eres más que un falso moralista
Y vas a curar tu resaca simplemente
No eres más que un falso moralista
Escrita por: Nelson Sargento