Luzes da Ribalta
Vidas que se acabam a sorrir
Luzes que se apagam, nada mais
É sonhar em vão, tentar aos outros iludir
Se o que se foi
Pra nós não voltará jamais
Para que chorar o que passou
Lamentar perdidas ilusões?
Se o ideal que sempre nos acalentou
Renascerá em outros corações
Vidas que se acabam a sorrir
Luzes que se apagam, nada mais
É sonhar em vão, tentar aos outros iludir
Se o que se foi
Pra nós não voltará jamais
Para que chorar o que passou
Lamentar perdidas ilusões
Se o ideal que sempre nos acalentou
Renascerá em outros corações
Luces Slimelight
Vidas que terminan sonriendo
Luces que se apagan, nada más
Es soñar en vano, tratar de eludir a los demás
Si lo que se ha ido
Nunca volverá a nosotros
¿Por qué llorar lo que pasó?
¿Lamentar ilusiones perdidas?
Si el ideal que siempre nos ha querido
Renacerá en otros corazones
Vidas que terminan sonriendo
Luces que se apagan, nada más
Es soñar en vano, tratar de eludir a los demás
Si lo que se ha ido
Nunca volverá a nosotros
¿Por qué llorar lo que pasó?
Lamentar ilusiones perdidas
Si el ideal que siempre nos ha querido
Renacerá en otros corazones
Escrita por: João de Barro, Antonio Almeida, Geoffrey Parsons, Charles Chaplin