Para sempre
Você me disse que nunca ia acabar
E eu nunca pude duvidar,
Mais percebo que era só mais uma carta no baralho,
Fiz o que pude mais agora e tarde de mais...
Deixei tudo para trás,
O que eu faço agora fico a pensar a toda hora,
Isso ta parecendo uma novela,
Em que eu nunca fico com ela,
Muda o roteirista,
Comesse viver a risca,
Porque eu sem ela não sou ninguém,
Me engana, diga que e para sempre
Faça com que eu perca a fé novamente
E minta outras vezes...
Mesmo sem querer...
Sempre pensei que ia durar,
Que nunca ia acabar,
Mais tava errado, por acaso?
Ou será que e só pra mim,
Que tudo da errado,
Naquela noite passada,
Não falei o que devia,
Me desculpa pela sua amiga,
Tinha enchido a cara,
E não sabia o que eu dizia
E você chegou na hora errada!
Me engana, diga que e para sempre!
Faça com que eu perca a fé novamente...
E minta outras vezes...
Mesmo sem querer...
Pra sempre?...?
Pra sempre?...?
Mais agora... Percebo!
Que tava enganado, sempre por acaso!
Agora te odeio o tanto quanto ontem te amei!
Eu pensava que eu era feliz...
Para siempre
Me dijiste que nunca iba a terminar
Y nunca pude dudar,
Pero me doy cuenta de que era solo otra carta en la baraja,
Hice lo que pude pero ahora es demasiado tarde...
Dejé todo atrás,
Lo que hago ahora me quedo pensando todo el tiempo,
Esto parece una telenovela,
En la que nunca me quedo con ella,
Cambia el guionista,
Comienza a vivir al pie de la letra,
Porque sin ella no soy nadie,
Engáñame, di que es para siempre
Haz que pierda la fe nuevamente
Y mientas otras veces...
Aunque no quieras...
Siempre pensé que iba a durar,
Que nunca iba a terminar,
Pero estaba equivocado, ¿por casualidad?
O será que solo para mí,
Que todo sale mal,
En esa noche pasada,
No dije lo que debía,
Perdón por tu amiga,
Estaba borracho,
Y no sabía lo que decía
¡Y llegaste en el momento equivocado!
Engáñame, di que es para siempre!
Haz que pierda la fe nuevamente...
Y mientas otras veces...
Aunque no quieras...
¿Para siempre?...?
¿Para siempre?...?
Pero ahora... ¡Me doy cuenta!
Que estaba equivocado, siempre por casualidad!
¡Ahora te odio tanto como ayer te amé!
Pensaba que era feliz...
Escrita por: Joao Gulherme