Mó Cota
Mó cota que cê não passa aqui em casa
Será que é porque a gente parou de falar?
Que tempo chato, tudo fica tão sem graça
Será que se arrependeu
Mó cota que cê não passa aqui em casa
Será que é porque a gente parou de falar?
Que tempo chato, tudo fica tão sem graça
Será que se arrependeu de me ligar (de me ligar)
Ando me arrependendo das coisas que eu falo
E no embalo eu já nem sei
Não consigo responder minhas conversas
E meu segredo mais sagrado eu já falei
Mas tu alugou um espaço aqui e
Eu te vi na rua e me fez sorrir, não
Sinto falta ainda mas se perguntar, vai
Pode vir não vou reclamar
Se eu fecho o olho
Os pensamentos me consomem
Passo um sufoco
Meu juízo some
E a minha cama já tá com saudade
Será que é possível morrer de vontade?
Calma lá, de novo!
Mó cota que cê não passa aqui em casa
Será que é porque a gente parou de falar
Que tempo chato, tudo fica tão sem graça
Será que se arrependeu de me ligar
Mó cota que cê não passa aqui em casa
Será que é porque a gente parou de falar
Que tempo chato, tudo fica tão sem graça
Será que se arrependeu de me ligar (de me ligar)
Mó Cota
Qué onda que no pasas por mi casa
¿Será porque dejamos de hablar?
Qué tiempo tan aburrido, todo se vuelve tan insípido
¿Será que te arrepentiste?
Qué onda que no pasas por mi casa
¿Será porque dejamos de hablar?
Qué tiempo tan aburrido, todo se vuelve tan insípido
¿Será que te arrepentiste de llamarme (de llamarme)?
Me arrepiento de las cosas que digo
Y ya ni sé en qué estoy metido
No puedo responder mis conversaciones
Y mi secreto más sagrado ya lo dije
Pero alquilaste un espacio aquí
Y te vi en la calle y me hizo sonreír, no
Aún te extraño pero si preguntas, sí
Puedes venir, no voy a quejarme
Si cierro los ojos
Los pensamientos me consumen
Paso un mal rato
Mi juicio desaparece
Y mi cama ya extraña
¿Será posible morir de deseo?
¡Espera un momento, de nuevo!
Qué onda que no pasas por mi casa
¿Será porque dejamos de hablar?
Qué tiempo tan aburrido, todo se vuelve tan insípido
¿Será que te arrepentiste de llamarme?
Qué onda que no pasas por mi casa
¿Será porque dejamos de hablar?
Qué tiempo tan aburrido, todo se vuelve tan insípido
¿Será que te arrepentiste de llamarme (de llamarme)?
Escrita por: Maria Cecília Reis