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Certaneja

Celeste Campanari

Certaneja

Vem cá, menina, vem cá
Seu jeito fascina, jeito de olhar
Vem cá e me beija minha sertaneja, onde está?
Bendito seja o seu fruto e vá ser nome de inseto e voar
Pra longe daqui

Foi por acaso que encontrei vosso pai
Entre calor conversa vem, conversa vai
Chegando praticamente a lugar nenhum
Entre seus hóspedes sou mais um

Minuto agora para poder respirar
Nesse disfarce estou sem graça e sem ar
Não quero ter o grande azar de ir depois
Eu quero a sorte de nós dois

Vem cá, menina, vem cá
Não mude sua rota, não mude o lugar
Vem cá e sem queixa, me deixa adentrar em sua madeixa
Pra trançar um traço mudar de compasso e passar
Algo de bom

Pretendo ir mas por você irei ficar
Serei seu médico homeopático aqui
Buscando apenas ser feliz por uma vez
Mas se não der vão duas, três horas

Agora já é tarde para o chá
Embora agora só se for pra te encontrar
Como serpente seu parente nos desfez
Eu busco agora a minha vez

Foi por acaso que encontrei vosso pai
Entre calor conversa vem conversa vai
Chegando praticamente a lugar nenhum
Entre seus hóspedes sou mais um

Minuto agora para poder respirar
Nesse disfarce estou sem graça e sem ar
Não quero ter o grande azar de ir depois
Eu quero a sorte de nós dois

Pretendo ir mas por você irei ficar
Serei seu médico homeopático aqui
Buscando apenas ser feliz por uma vez
Mas se não der vão duas três horas

Agora já é tarde para o chá
Embora agora só se for pra te encontrar
Como serpente seu parente nos desfez
Eu busco agora a minha vez

Vem cá, menina, vem cá
Seu jeito fascina, jeito de olhar
Vem cá e me beija minha sertaneja, onde está?
Bendito seja o seu fruto e vá ser nome de inseto e voar

Certaneja

Vente acá, nena, vente acá
Tu forma de ser fascina, tu forma de mirar
Vente acá y bésame, mi sertaneja, ¿dónde estás?
Bendito sea tu fruto y vuela para ser nombre de insecto
Lejos de aquí

Fue por casualidad que encontré a tu padre
Entre calor, conversación va y viene
Llegando prácticamente a ninguna parte
Entre tus huéspedes soy uno más

Un minuto ahora para poder respirar
En este disfraz me siento incómodo y sin aire
No quiero tener la mala suerte de ir después
Quiero la suerte para los dos

Vente acá, nena, vente acá
No cambies tu rumbo, no cambies de lugar
Vente acá y sin quejas, déjame entrar en tu melena
Para trenzar un trazo, cambiar de compás y pasar
Algo bueno

Pretendo irme pero por ti me quedaré
Seré tu médico homeopático aquí
Buscando simplemente ser feliz por una vez
Pero si no funciona, serán dos, tres horas

Ahora es tarde para el té
Aunque ahora solo sea para encontrarte
Como serpiente, tu pariente nos deshizo
Ahora busco mi oportunidad

Fue por casualidad que encontré a tu padre
Entre calor, conversación va y viene
Llegando prácticamente a ninguna parte
Entre tus huéspedes soy uno más

Un minuto ahora para poder respirar
En este disfraz me siento incómodo y sin aire
No quiero tener la mala suerte de ir después
Quiero la suerte para los dos

Pretendo irme pero por ti me quedaré
Seré tu médico homeopático aquí
Buscando simplemente ser feliz por una vez
Pero si no funciona, serán dos, tres horas

Ahora es tarde para el té
Aunque ahora solo sea para encontrarte
Como serpiente, tu pariente nos deshizo
Ahora busco mi oportunidad

Vente acá, nena, vente acá
Tu forma de ser fascina, tu forma de mirar
Vente acá y bésame, mi sertaneja, ¿dónde estás?
Bendito sea tu fruto y vuela para ser nombre de insecto

Escrita por: Alexandre Barril / Caio Sanches