Onze
Já foi tarde, cão que morde não late
Quando você for passar
A sua ausência me deixou saudade
Mas fui ver mais tarde que não era a mesma
E apesar de já ter visto tudo
Por trás deste escudo para minha surpresa
Dentre tanta coisas que são belas
Existem aquelas que não vão nos agradar
Eu bem que tentei desconversar
Mais tarde
Sem passar vontade
Em sentar ao seu lado
Assento reservado
Que beleza sua natureza de querer se resguardar
Pois entre o amarelo e o turquesa
Existe a certeza de esperar o seu lugar
E apesar de não saber de nada
Com a cara lavada e os cílios a voar
No cansaço do que se projeta
Na soneca breca até o destino chegar
Eu bem que tentei desconversar mais tarde
Sem passar vontade
Em sentar ao seu lado
Assento reservado
Eu bem que tentei desconversar mais tarde
Sem passar vontade
Em sentar ao seu lado
Assento reservado
Assento reservado
Assento reservado
Eu bem que tentei desconversar mais tarde
Sem passar vontade
Em sentar ao seu lado
Assento reservado
Once
Ya fue tarde, perro que muerde no ladra
Cuando pases por aquí
Tu ausencia me dejó nostalgia
Pero más tarde vi que no era la misma
Y a pesar de haber visto todo
Detrás de este escudo, para mi sorpresa
Entre tantas cosas bellas
Existen aquellas que no nos van a agradar
Intenté cambiar de tema
Más tarde
Sin pasar necesidad
De sentarme a tu lado
Asiento reservado
Qué belleza tu naturaleza de querer resguardarte
Porque entre el amarillo y el turquesa
Existe la certeza de esperar tu lugar
Y a pesar de no saber nada
Con la cara lavada y las pestañas al viento
En el cansancio de lo que se proyecta
En la siesta se frena hasta que llegue el destino
Intenté cambiar de tema más tarde
Sin pasar necesidad
De sentarme a tu lado
Asiento reservado
Intenté cambiar de tema más tarde
Sin pasar necesidad
De sentarme a tu lado
Asiento reservado
Asiento reservado
Asiento reservado
Intenté cambiar de tema más tarde
Sin pasar necesidad
De sentarme a tu lado
Asiento reservado
Escrita por: Alexandre Barril